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segunda-feira, 30 de julho de 2012

INTERNET NÃO É MAIS "TERRA DE NINGUÉM"

Uma situação bastante desagradável ocorrida recentemente em nossas relações no Facebook me fez relembrar de um artigo importante, que vale a pena ser lido, compreendido e que todos aqueles que sofram esses tipos de abusos coloque EM PRÁTICA, porque tem uma classe de pessoas que infelizmente, não sei se por doença ou mau-caratismo, acabam abusando de um "pseudo-poder" que julgam ter, e esquecem que nossas atitudes na vida são pautadas por um ítem muito importante da Ética, chamada LEGALIDADE.

Segue o link pra conhecimento geral:

http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/03/agressao-virtual-e-cada-vez-mais-comum-e-pode-ser-punida-com-prisao.html


Vale lembrar que, mesmo disfarçada por uma "máscara" de "amizade" e "boas intenções" (das quais essa última o inferno está cheio), todos nós devemos tomar muito cuidado com nossas palavras, atos e principalmente por uma coisa chamada PRINT SCREEN.

#FIKDIK

Bons estudos e uma semana abençoada a todos!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Mafia da Dança do Ventre: Vale tudo para estar na TV?

Mafia da Dança do Ventre: Vale tudo para estar na TV?

Importante artigo feito pela bailarina, coreógrafa e professora Nanda Salima sobre a mais recente GAFE da "venus platinada", o uso em uma de suas novelas de uma cena degradante envolvendo "bailarinas" de dança do ventre (o uso das aspas é porque não considero bailarinas mulheres que degradam a própria arte que abraçaram em nome de uma aparição medíocre na TV).

Não posso deixar de me perguntar: COMO UMA EMISSORA QUE A ALGUNS ANOS FEZ UMA NOVELA PARA MOSTRAR A ARTE E A CULTURA ÁRABE, E QUE TROUXE A LUZ PROFISSIONAIS MARAVILHOSAS E DESPERTOU TANTOS OUTROS TALENTOS, JUSTAMENTE A PARTIR DO CONHECIMENTO DA ARTE, DEIXA IR AO AR CENA TÃO DEGRADANTE?

Essa é a pergunta que não quer calar...

Pessoas lindas, bailocas do Brasil e do Mundo (como diria a linda e competentíssima bailarina Esmeralda Colabone), admiradores da arte! Uma atitude se faz necessária e urgente! Pra nós já é muito difícil fazer essa arte ser valorizada até mesmo pela sociedade árabe, em função dos preceitos religiosos profundamente arraigados na cultura, portanto não precisamos desse tipo de PROPAGANDA ENGANOSA E PERNICIOSA, que dificulta o trabalho de profissionais e professores no Brasil e tantas outras que atuam no exterior, haja vista esses LIXOS serem exibidos no mundo todo (é a desvantagem da globalização: vão informações relevantes e também vem muita porcaria eletrônica).

Fica aqui o protesto da HR ARTE E CULTURA ORIENTAL

domingo, 11 de março de 2012

Mafia da Dança do Ventre: "Cartas de uma bailarina" de Luciana Arruda - Sort...

Mafia da Dança do Ventre: "Cartas de uma bailarina" de Luciana Arruda - Sort...: Dia 14 de abril, as 19h, Na cafeteria da Khan el Kalili, a Bailarina Luciana Arruda estará lançando e autografando,o seu livro, Cartas de um...

domingo, 22 de janeiro de 2012

Preconceito NÃO!


Não deixemos que o mal prevaleça entre nós... podemos fazer desse mundo um lugar mais feliz pra se viver!!!

!نعم ، نستطيع

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Mafia da Dança do Ventre: Najwa Zaidan - Um pouco mais de nossos artistas

Mafia da Dança do Ventre: Najwa Zaidan - Um pouco mais de nossos artistas: Hoje iremos conhecer um pouco mais de Najwa Zaidan. 1)À quanto tempo você dança? Tenho de dança, completando em 2012, 10 anos. 2)O qu...

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Uma Mensagem Para Você

Eu NÃO SOU brasileira, nem latino-americana. Também NÃO SOU católica, nem evangélica, nem protestante. NÃO SOU de direita, nem esquerda, muito menos de centro política. NÃO SOU Vasco, Flamengo, Corinthians ou Grêmio.

Eu SOU somente UMA CIDADÃ DO MUNDO, QUE PREGA A RELIGIÃO DE DEUS COMO CRIADOR E O AMOR AO PRÓXIMO, MINHA PREFERÊNCIA POLÍTICA É DA JUSTICA SOCIAL E DA DEMOCRACIA ONDE QUER QUE ESTEJA e MEU TIME PREFERIDO É AQUELE QUE JOGA FUTEBOL ARTE, COM COMPETÊNCIA E RESPEITO AO ADVERSÁRIO.

Tenho minhas preferências pessoais, claro... mas o que EU SOU é simplesmente UMA DAS PESSOAS QUE TEM 7 BILHÕES DE IRMÃOS E QUE RESPEITA TODAS AS SUAS PREFERÊNCIAS, ORIGENS, CORES E FORMAS, desejando que todos eles possam um dia também se sentirem irmãos, respeitar o outro, aceitar o outro e principalmente AMAR O OUTRO...

FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO A TODOS OS MEUS IRMÃOS!

(Haiyat Raziya / Mônica Santos)

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Mafia da Dança do Ventre: Portal das Arabias

Mafia da Dança do Ventre: Portal das Arabias: Agora a Mafia da DV, tem como parceiro o site Portal da Arabias. Um super canal de informações sobre eventos, escolas, workshops, cursos, no...

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

terça-feira, 30 de agosto de 2011

EGITO – Da Antiguidade aos Dias Atuais - Capitulo III

Dia a Dia e Cotidiano


Conforme abordamos anteriormente, mesmo com os quase 8.000 anos que nos separam, a civilização egípcia antiga não difere muito da nossa, nos remetendo ao pensamento bem humorado que “nada se cria, tudo se copia”.

A maneira de ser desse Egito cosmopolita e ativo difere de nossos dias basicamente pelo caráter místico imputado a tudo aquilo onde não existia uma explicação, porque até na tecnologia – dadas é claro suas devidas proporções de época, podemos estabelecer compatibilidade.


CASAS – As casas dos mais pobres eram pequenas, com 2 ou 3 cômodos, e um pequeno jardim. Eram feitas de barro ou junco e geralmente construídas muito próximas umas das outras. No telhado havia um pequeno quiosque, onde os moradores passavam boa parte do dia para fugir do calor dentro de casa.

Já as casas dos ricos e abastados eram feitas de tijolos de barro e tinham vários cômodos. As colunas e telhados eram feitos de madeira e pedras. Eram altas, chegando a ter 4 ou 5 andares e suas paredes eram pintadas de cores fortes, com janelas pequenas próximas ao teto. Eram luxuosamente decoradas e mobilhadas, com móveis de cedro ou ébano.




COMIDA – A carne bovina era apreciada, mas era um luxo que nem todos tinham acesso. Quando podiam também assavam gazelas, grous, ovelhas, cabras, entre outros. As carnes mais comuns eram as de peixes e aves aquáticas, muito comuns no Nilo. Na falta de opção melhor, comiam pombos.

A carne era assada em espetos sobre uma fogueira ou cozidas em panelas. O pão (item diário da dieta egípcia) era assado em potes de cerâmica colocados ao redor do fogo, e foram eles que descobriram o processo de fermentação que é utilizado até hoje.

Como sobremesa comiam frutas como figos, romãs e tâmaras. Os alimentos eram adoçados com mel. Como bebida, a cerveja tinha destaque, como já dissemos, porém também eram consumidos leite, vinho e, é claro, água.

Os utensílios para comer consistiam em copos de bronze, travessas e pratos de cerâmica. Também tinham colheres, embora costumassem comer com as mãos. Os utensílios dos faraós eram de ouro e prata.




VESTUÁRIO E BELEZA – Os tecidos eram feitos de linho que eles próprios plantavam. Mulheres usavam vestidos retos até o tornozelo, com duas alças largas nos ombros, e os homens usavam saiote da cintura ao joelho. Os mais ricos usavam saiotes pregueados para os homens e vestidos bordados com contas para as mulheres. Gostavam de branco, mas também usavam modelos coloridos.

Os egípcios antigos gostavam de andar descalços e só usavam sandálias quando queriam parecer mais elegantes.

Os egípcios eram vaidosos e gostavam de se embelezar. Costumavam raspar os pelos do corpo, pois não achavam bonito e para se livrar dos piolhos. Os mais abastados e membros da realeza usavam perucas.

Pintavam os olhos e as unhas. Um dos primeiros cosméticos inventados foi o KOHL, mistura de malaquita com carvão e cinzas. O estilo das maquiagens era variado, conforme a condição social. O tradicional traço escuro grosso ao redor dos olhos tem também uma razão prática: A poeira do deserto provocava inflamações nos olhos; a galena (minério de chumbo triturado) agia como lenitivo na prevenção deste mal.

Todos usavam jóias nas famílias ricas – homens, mulheres e crianças. Grandes e chamativas, ricas em detalhes, eram feitas de ouro, prata, pedras semi-preciosas, conchas, seixos e contas de vidro.





EDUCAÇÃO – No início era privilégio da elite. Com o tempo, o governo estendeu o ensino básico às classes mais baixas, mas as escolas superiores continuavam restritas aos nobres e funcionários da administração do império (alguma semelhança aí com a nossa sociedade? Na nossa opinião COM CERTEZA!).

As crianças freqüentavam a escola dos 6 aos 12 anos. A partir daí, quem podia pagar professores particulares sonhava em ser escriba, pois abria portas para o exercito, funções no tesouro, na medicina, na arquitetura e sacerdócio. Quem não continuava os estudos aprendia a profissão do pai (meninos) ou ajudava a mãe nos trabalhos domésticos (meninas).




FESTAS – Quando os abastados ofereciam banquetes, decoravam a sala principal com flores e cones de perfume, que homens e principalmente mulheres colocavam na cabeça. Este cone era feito de gordura com essências aromáticas. Conforme derretiam, o óleo escorria pelos cabelos, corpo e rosto, hidratando-os e perfumando-os.

Existia um manual de etiqueta escrito que ensinava ao convidado regras de comportamento. Algumas delas são:

- Não encarar ninguém.
- Não falar sem que lhe dirijam a palavra.
- Não rir sozinho.
- Homens e mulheres deveriam ficar separados.
- Os convidados deveriam ficar sentados a maior parte do tempo.
(não seria uma festa muito divertida nos nossos dias, não acham?)




TRABALHO – Durante a construção dos túmulos dos faraós, especializavam-se em lapidação, transporte de pedras e montagem. Haviam também artesãos que fabricavam ferramentas, jóias, armas e utensílios do dia-a-dia. Pintores e escultores eram obrigados a representar os homenageados da forma mais bela possível, pois era assim que eles “voltariam a vida” no outro mundo.

Segundo alguns registros, o dia de trabalho durava 8 horas, com uma pausa para descanso e uma para refeição. Trabalhavam 10 dias seguidos e descansavam um. O pagamento era feito com alimentos (principalmente pão), vinho, azeite, roupas, maquiagem e cerveja.

Foram o egípcios que também criaram um outro comportamento, muito comum em nossos dias: A GREVE. A primeira em que se há registros ocorreu no reinado de Ramsés III, sec. XII a. C.

Os escribas eram considerados a elite da população economicamente ativa. Sua profissão era considerada superior a qualquer outra. Eram essenciais em várias atividades governamentais, como controle de impostos. Estes profissionais eram formados em escolas, sobretudo em Mênfis, e tinham que dominar muito bem a leitura, escrita, desenho, pintura, idiomas, literatura e a História de seu país. O escriba enquanto trabalhava, sentava-se de pernas cruzadas e em um rolo de papiro, usava o sistema de escrita hieroglífico (o sistema deixou de ser usado em 400 d.C.).

As mulheres também assumiam profissões: escribas, agricultoras, sacerdotisas e “micro-empresárias” (gerenciavam padarias e peixarias p.ex.). Outra profissão muito importante era a de embalsamador, que veremos mais adiante.

Graças a mumificação, os egípcios conheciam como nenhum outro povo o funcionamento do corpo humano. Fizeram experiências que resultaram em remédios e tratamento para diversos males. Desenvolveram métodos contraceptivos, analgésicos como o ácido acetilsalicilico (extraído da casca do salgueiro), anestesia para operações com opiáceos ou pó de mármore com vinagre.

Quanto aos procedimentos cirúrgicos, realizavam cirurgias intracranianas e de amputação, finalizando o trabalho com cauterizações e suturas, usando própolis para ajudar na cicatrização do pós-operatório.

Além da criação de instrumentos cirúrgicos específicos para cada procedimento, também desenvolveram próteses e instrumentos para dentistas (inclusive aparelhos ortodônticos!. A prótese mais antiga do mundo foi descoberta em fevereiro de 2011, na múmia de Tabaketenmut (um dedão do pé, em madeira) e em 1992 uma múmia foi descoberta por pesquisadores ingleses, usando um aparelho nos dentes tortos, feito de tiras metálicas.



Outros setores da vida cotidiana da vida dos egípcios antigos não foram relatadas aqui porque merecem especial destaque, dada a importância na cultura de sua civilização. Em breve abordaremos estes assuntos. Aguardem...



BONS ESTUDOS!!!




Referências Bibliográficas:

Curso de Direito do Trabalho, 25ª ed. Saraiva - S. Paulo (2010, pag. 1355)
MANACORDA, M. A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO São Paulo: Cortez, 2004.
BOUCHER, François. 20000 Years of Fashion. [S.l.]: Harry N. Abrams, 1987.
Escriba do Antigo Egito. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011. [Consult. 2011-08-17].
Aventuras na História, São Paulo: Ed. Abril, Edição Especial, n. 94-A, Mai. 2011.

sábado, 27 de agosto de 2011

O CARINHO DE PESSOAS QUE VOCÊ ADMIRA NÃO TEM PREÇO!

Pessoal, recebi um presente MARAVILHOSO, de uma profissional LINDA, TALENTOSA, e na minha modesta opinião, nada mais, nada menos do que A MELHOR PROFISSIONAL BRASILEIRA DE DANÇA NO EXTERIOR:

SERENA RAMZY!!!




Esse DVD é mídia obrigatória a todo aquele que valorize a arte, a cultura e estude com o coração aberto os fundamentos desta arte que tanto amamos.


BONS ESTUDOS!