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sábado, 18 de dezembro de 2010

Hisham Abbass - Habibi Dah


A música preferida do meu filho.

ÁRABES NO RIO DE JANEIRO - Uma Identidade Plural

Olá Pessoal!

Embora tenhamos informado o artigo ISLÃ - ARTE E CIVILIZAÇÃO como o artigo de fechamento de nossos trabalhos no ano de 2010, tem tanta coisa boa acontecendo no circuito das artes orientais que fica muito difícil tirarmos "férias" mais cedo, rsrsrs.

Tivemos recentemente, no dia 16 último o lançamento do livro ÁRABES NO RIO DE JANEIRO - UMA IDENTIDADE PLURAL, de Paulo Gabriel Hilu da Rocha Pinto. A obra, publicada pela Cidade Viva Editora, foi patrocinada pela Secretaria de Cultura do Governo do Estado do Rio de Janeiro, pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura e pelo Instituto Light.

Em impressão de alta qualidade e encadernação em capa dura, nos moldes das melhores enciclopédias, o livro aborda toda a trajetória da imigração àrabe para o Rio de Janeiro, desde o advento do Império Otomano no séc. XIX até nossos tempos. Este volume é o terceiro de um ensaio sobre a imigração à terras cariocas, juntamente com os volumes "DE PAI PARA FILHO - Imigrantes Portugueses no Rio de Janeiro" e "JUDEUS CARIOCAS". A proposta do autor é fazer um Raio X da composição da população carioca, com a diversidade tão comum no povo brasileiro, bem como o sincretismo de culturas tão diversas quanto harmônicas.

Influências das representações sobre a imigração árabe produzidas pela comunidade sirio-libanesa sobre os trabalhos acadêmicos não se limitaram ao binômio analítico ascensão/integração social. Muito dos 'mitos da imigração', que tematizavam a pobreza, opressão e intolerância religiosa do Imperio Otomano, entraram para o quadro interpretativo de pesquisadores da imigração árabe no Brasil. O caráter mítico desses temas não deriva da sua 'verdade' ou 'falsidade', mas sim do fato deles terem a função de produzir um sentimento de coesão e origem comum ao grupo social e culturalmente heterogêneo como era aquele dos imigrantes árabes.

Ao longo de 2011 vamos traçar um estudo com as partes mais relevantes dessa publicação maravilhosamente preciosa, que ao nosso ver, deve obrigatoriamente fazer parte do acervo de todo bom artista que sente a necessidade do aprimoramento teórico intelectual desta arte que abraçamos.

BONS ESTUDOS!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Tony Mouzayek - Azez Alaya [Eng Sub]

ISLÃ - Arte e Civilização

Olá Pessoal!

Estive recentemente na belíssima exposição ISLÃ - ARTE E CIVILIZAÇÃO, que aborda o Islamismo sob a ótica de POVO, CULTURA, ARTE, e não sob o aspecto violência, terrorismo, extremismo. A exposição trouxe um acervo lindíssimo: partes de mesquitas e palácios, cerâmicas, joias, mecanismos tecnicos e escritos científicos... O que mais me emocionou foi a forma delicada com que a exposição foi disposta, e iniciativas como a do CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL é uma candeia nos ventos desérticos da imagem pré-concebida de horror e grupos extremistas religiosos, inseminada pela mídia ocidental, como se os povos árabes fossem feitos só de terrorismo, sem uma identidade cultural.

A civilização árabe-islâmica contribuiu de uma forma relevante para a arte universal. Fruto do processo de fusão e reelaboração do legado de diferentes culturas, a arte islâmica definiu, ao longo dos séculos, uma personalidade própria unindo beleza e praticidade, padrões abstratos e estilizações.

Do Atlântico ao Índico, a presença muçulmana congrega saberes e culturas que revelam expressões artísticas diversas. Amálgama de tradições mediadas por preceitos advindos da revelação corânica, a arte islâmica não se restringe a objetos diretamente vinculados a questões religiosas; transita entre o espaço do cotidiano e do sagrado.

No Islã, Deus é Único, mas sua criação é múltipla. Tal multiplicidade, ordenada conforme leis que desvendam o Criador, reflete-se nos arabescos, nas composições geométricas e em sua miríades de formas. Trata-se da multiplicidade com base na unidade.

Base de Prato de Cerâmica com a inscrição "ano quarenta e quatro
Múltiplas ainda são as identidades muçulmanas e as linguagens  desenvolvidas desde o século VII, marcadas pela representação abstrata e estilização. Cerâmica, ourivesaria, arquitetura e caligrafia - arte islâmica por excelência - expressam uma percepção que mescla a unidade de Deus e a inexistência de intermediários na relação com o divino.

Variadas em suas expressões geográficas e históricas, as estéticas islâmicas apresentam certos traços homogêneos: a predominância da caligrafia, a ornamentação que privilegia a epigrafia, os elementos geométricos e vegetais estilizados e a música baseada em um sistema modal.

A evolução da caligrafia é um dos fenômenos mais fascinantes da história do Islã. Árabes e Muçulmanos em geral contribuiram para seu desenvolvimento na criação de letras e estilos. O vínculo com o divino já se prediz na raiz da palavra Islã (s-l-m), que originou muçulmano (muslim, "aquele que se submete a Deus") e paz (salám). Como celebra a saudação tradicional muçulmana aos visitantes: ASSALÁMU ALÊYKUM! Que a paz esteja convosco!

Com a palavra Islã designa-se uma cutura, um modo de vida, uma religião. A civilização muçulmana é o resultado da fusão, feita pelos árabes, da herança da antiguidade clássica com o legado de outras civilizações - indiana, persa, chinesa - com as quais eles tomaram contato através de suas conquistas, modelando-se a partir de seus valores. Esse processo de amálgama cultural continuou durante séculos, levado adiante já não só pelos árabes, mas também, pelos povos por eles conquistados e islamizados.

Interior da Mesquita dos Omíadas, Damasco, Siria
No decorrer dessa longa história, iniciada no século VII, tendências artísticas muito diversas apareceram na enorme extensão do mundo muçulmano, não permitindo apresentar as formas artísticas do Islã como uma unidade homogênea. Porém, princípios estabelecidos pelo Corão podem ser considerados pautas e fontes de conhecimento dessa arte, traduzida na decoração de objetos da vida cotidiana, na arquitetura e na caligrafia, essa última, uma forma de arte bastante própria dessa cultura. Uma unanimidade, porém, é a primazia da mesquita no contexto urbano das cidades aonde o islamismo chegou. Identificada exteriormente pelo minarete (torre) e a cúpula, e no seu interior pelo pátio, o minbar (púlpito) e o Mihrab (nicho que orienta o sentido das preces, sempre em direção a Meca), a mesquita também se destaca por sua profusão ornamental. Sua decoração com mosaicos e arabescos, prioriza o uso de formas geométricas e vegetais.

Pág do Sagrado Corão em pele de gazela (Surata de Maria)
Apesar de não existir no Corão uma proibição explicita quanto ao uso e representação de seres  vivos, na prática prevaleceu uma postura pouco favorável a esse tipo de decoração religiosa tão comum em todo o Mediterrâneo, no Irã, na India e no interior da Ásia. A impossibilidade de captar a fé com imagens, a concepção de que não existem mediadores entre o ser humano e o Sobrenatural e o temor de, com a representação, desafiar a Criação divina, são critérios que inibem um tipo de arte enquanto favorecem outros.

No Islã, a caligrafia é a forma artística previlegiada. Por veicular a mensagem religiosa e satisfazer necessidades estéticas, os diversos estilos caligráficos podem ser aplicados na decoração de edificações assim como objetos de uso cotidiano. A estilização das formas da natureza, aliada à busca da perfeição como modo de se aproximar de Deus, conduz a elaboração de padrões geometricos abstratos que se tornam elementos recorrentes na ornamentação. Porém, o contexto proibitivo com relação às imagens não foi um consenso: o Islã conta entre suas manifestações artísticas com iluminuras que ilustram diversos episódios da história e da literatura da época e que foram muito populares em algumas regiões.

Tapete de oração em Tabriz. (Séc. XVII)
Fragmentos de arquitetura, manuscritos, iluminuras, peças de ourivesaria, cerâmicas, mosaicos, mobiliário, tapeçarias, vestuário, armas, entre outras preciosidades são elementos inseridos na arte e na cultura dos povos árabes. Virar as costas a esse fato relevante é abdicar da razão em prol da loucura da guerra urbana que tem o objetivo pura e simplesmente de polemizar e vender notícia. Dentre o muito que esse povo e essa cultura tem a nos ensinar estão também instrumentos científicos que revelam o grau de desenvolvimento atingido nas áreas da matemática e da astronomia, estimuladas por um contexto no qual a procura do conhecimento é um princípio fundamental da religião.

Além de uma mostra de arte, essa exposição nos aproxima dos valores culturais de uma civilização da qual também somos herdeiros.




FONTE: Athayde, Rodolfo de
Daniel Farah, Paulo (P.hD)

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Mafia da Dança do Ventre: Celebridades que morreram em 2010 parte 1 - Janeir...

Mafia da Dança do Ventre: Celebridades que morreram em 2010 parte 1 - Janeir...: "É com profunda tristeza que anuncio as celebridades que encontraram a paz no ano de 2010. Muitos deles, ou alguns, ou mesmo um unico, já es..."

sábado, 4 de dezembro de 2010

O QUE VAI ROLAR DE BOM EM 2011.

Olá Pessoal!

Vamos fazer uma série de artigos sobre o que vamos ter de bom em matéria de eventos, shows, oficinas e tudo que envolve o nosso mundo das artes orientais.

Talvez não ofereçamos uma ordem cronologicamente correta, pois muita coisa vai surgindo no meio do caminho e acaba ficando contraproducente editarmos as postagens, portanto tratem de ativar suas agendas dançantes, porque o ano de 2011 promete!

Logo no inicio do ano, em abril, teremos o já tradicionalíssimo MERCADO PERSA, uma iniciativa do grupo Oriente Encanto e Magia. Acontecerá nos dias 15 a 17 de abril em São Paulo, com diversas modalidades de concursos, mostras e expositores de produtos e serviços no segmento. A HR ARTE E CULTURA ORIENTAL tentará concorrer no concurso de fotos. Torçam com a gente para sermos pré-selecionados, OK? Estamos concorrendo com as fotos do recente 4º ENCONTRO DE DANÇA ENCANTO DO ORIENTE, que aconteceu na cidade de Ribeirão Pires, no dia 7 de novembro último.

Maiores informações vocês poderão encontrar no site http://www.orienteencantoemagia.com.br

Logo depois teremos um evento estreante. O I METROPOLITAN DANCE FESTIVAL, em Santos / SP, que vem com a promessa de sacudir a baixada santista. Os locais dos eventos são lindíssimos e tem uma gama bem abrangente de oficinas, cursos e espetáculos em diversas modalidades de dança. Promete ser um evento obrigatório na agenda de todas as pessoas que sejam profissionais, alunas ou simpatizantes da bela arte da dança.


Pela primeira vez em Santos, um evento com todas as modalidades de Dança a altura da Baixada Santista. O evento acontecerá em 02 Teatros com apresentações simultâneas e varias mostras de danças em palcos abertos para que todos possam assistir e ao mesmo tempo que as escolas, grupos e cia venham a divulgar os nomes das mesmas.

O I METROPOLITAN DANCE FESTIVAL, reunirá diversos grupos do Brasil e exterior.

As apresenteções acontecerão em 3 grupos: competição, mostras de danças, cursos e workshop com renomados mestres das modalidades, grupos convidados para abertura das noites das modalidades e corpo de jurado especifico em cada área.

Se você quer se apresentar, não perca a oportunidade e inscreva-se já e garanta sua vaga. Informações no site http://www.metropolitandancefestival.com.br

Teremos também o evento DEUSAS FESTIVAL, sob o comando da querida Elka Rodrigues, que também já virou tradição no roteiro de eventos de dança oriental no Rio de Janeiro. O dia certo (previsto também para abril) ainda está a se confirmar, portanto guardamos ansiosamente a programação com a agenda e vocês terão a informação em primeiríssima mão, quentinha aqui no site.

E VEM AÍ ARIELLAH!!! No 4 TRIBES BRASIL - Festival Tribal, uma iniciativa da ESCOLA DE DANÇA ASMAHAM, vai abalar a Zona Norte do Rio de Janeiro com o seu já consagrado evento de dança tribal com a estrela da dança tribal mundial ARIELLAH AFLALO, ministrando workshop e nos brindando com sua dança forte e hipnotizante no show de gala. Garanta já a sua vaga pra não ficar de fora dessa! Essa que vos fala não vai perder, apostem! rsrsrs...

Vocês poderão ver a programação, pacotes, condições e demais informações no site do evento: http://www.dancatribal.com.br/festival2011

Queridos, fiquem sempre ligados, pois estaremos sempre dividindo com vocês tudo que vai acontecer de bom no circuito de danças Belly Dance, Tribal, Cigano e afins, OK?

UM FORTE ABRAÇO!!!

sábado, 27 de novembro de 2010

Sob os olhos do imperador

Sob os olhos do imperador

Uma exposição que retrata a entrada de Napoleão Bonaparte no Egito, considerada por alguns pesquisadores (me incluo no grupo) como o evento gerador da dança do ventre tal como a conhecemos. Se você é de São Paulo (capital e região metropolitana), NÃO PERCA!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

MISSÃO CUMPRIDA!

Olá pessoal!


Depois de tanto trabalho, noites mal dormidas, muita coisa pra pagar e pouco $$$, um mais que completo abandono desse humilde site de estudos, cá estou eu de volta, exaurida, mas como diz o texto sagrado, "uma boa filha que a casa torna".

Talvez eu até pudesse ter toda essa maratona de preparativos da cobertura artística e continuar a dividir estudos e pesquisa com vocês, mas como alguns detalhes foram muito "de repente", acabou por consumir todas as minhas atenções. Não há de ser nada! Volto eu do front para o "porto seguro virtual" de nossos saraus de estudo nas madrugadas da net.

O 4º Encontro de Danças ENCANTO DO ORIENTE foi maravilhoso! Teve presenças especialíssimas, como ADRIANA BELEFUSCO, responsável pela cia DSA - Dancers South América, DRIIH NAJLAH (DSA e pré da edição latinoamericana da BDSS), HADARA NUR (KK), VALÉRIA JOUZE (KK) entre outras preciosidades do jet-set profissional. Houveram ainda workshops com Hadara Nur e Giuliana Scorza.

O ponto alto da festa, além do Show de Gala e das mostras não-competitivas, que reuniu muitos talentos, foi o concurso que abrilhantou o público com as revelações nas categorias JUVENIL, AMADOR, DUPLAS, GRUPOS e PROFISSIONAL.

Porém, esta que vos fala não pode se furtar de salientar que a grande estrela da festa foi a solidariedade. O público que lotou o auditório do Ribeirão Pires F.C., contribuiu com 1Kg de alimento não perecível da cesta básica como ingresso ao evento, trazendo um feliz problema ao grupo para recolher tantas doações. Graças ao espírito de colaboração com os mais necessitados, o número de famílias atendidas pela iniciativa do Grupo Encanto do Oriente este Natal baterá o recorde do ano passado.

Passado toda a festa, a esta que vos fala ficou o trabalho de editar as imagens, na cobertura exclusiva feita pela HR ARTE E CULTURA ORIENTAL. Por fim, retiradas as pedras e obstáculos que sempre se antepõem à quem trabalha com honestidade e amor, bem como com uma semana de atraso, seguem aos seus respectivos donos as imagens editadas. Cumprimos nossa missão, na certeza de termos feito nosso melhor, conforme a ordem e a vontade de Nosso Pai Celestial. É a Ele que agradecemos e consagramos toda essa obra, esperando fazer felizes as pessoas que acreditaram, como nós da HR, nessa iniciativa tão grandiosa quanto singela do Grupo Encanto do Oriente, e que já virou tradição nos fins de ano da Cidade de Ribeirão Pires.

 

E QUE VENHA O 5º GEO - 2011!!!

Apoio:
ANDERSON GRECCO
ÁGUA DE CHEIRO

Patrocínio: 


 

 

sábado, 13 de novembro de 2010

Grupo Encanto do Oriente: Momentos...Show de Gala - 4° Encontro de Dança Enc...

Grupo Encanto do Oriente: Momentos...Show de Gala - 4° Encontro de Dança Enc...: " Lembranças são feitas de raros momentos... Nanda Salíma Hadara Nur Adriana Bele Fusco Fatima Braga ..."

Grupo Encanto do Oriente: Momentos...Mostras (3) - 4° Encontro de Dança Enca...

Grupo Encanto do Oriente: Momentos...Mostras (3) - 4° Encontro de Dança Enca...: " Lembranças são feitas de raros momentos... Jouze BellyDance Grupo Badawya IlA Tribal Jouze BellyDance..."

Grupo Encanto do Oriente: Momentos...Mostras (2) - 4° Encontro de Dança Enca...

Grupo Encanto do Oriente: Momentos...Mostras (2) - 4° Encontro de Dança Enca...: " Lembranças são feitas de raros momentos... Sahira Ma Ajniha Cia de Dança do Ventre Abali Nylla Rawni..."

Grupo Encanto do Oriente: Momentos...Concursos - 4° Encontro de Dança Encan...

Grupo Encanto do Oriente: Momentos...Concursos - 4° Encontro de Dança Encan...: " Lembranças são feitas de raros momentos... Barbara Rodrigues juvenil Jessyca Lima juvenil Kelly Julio juv..."

Grupo Encanto do Oriente: Momentos...Mostras (1) - 4° Encontro de Dança Enca...

Grupo Encanto do Oriente: Momentos...Mostras (1) - 4° Encontro de Dança Enca...: " Lembranças são feitas de raros momentos... Alexandra Cesario - I.F.C ..."

Grupo Encanto do Oriente: Premios Especiais - 4°Encontro de Dnaça Encanto do...

Grupo Encanto do Oriente: Premios Especiais - 4°Encontro de Dnaça Encanto do...: " Como uma pequena homenagem o grupo premiou o Grupo Destaque, e a bailaina destaque. ..."

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Grupo Encanto do Oriente: Concurso - Classificação - Profissional - 4°Encont...: " Uma das novidades do evento esse ano foi os concursos. Foram lindas as apresentações, as meninas ..."

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Grupo Encanto do Oriente: Concurso - Classificação - Grupo - 4°Encontro de D...: " Uma das novidades do evento esse ano foi os concursos. Foram lindas as apresentações, as meninas f..."

Grupo Encanto do Oriente: Concurso - Classificação - Dupla - 4°Encontro de ...

Grupo Encanto do Oriente: Concurso - Classificação - Dupla - 4°Encontro de ...: " Uma das novidades do evento esse ano foi os concursos. Foram lindas as apresentações, as meni..."

Grupo Encanto do Oriente: Concurso - Classificação Amador - 4°Encontro de D...

Grupo Encanto do Oriente: Concurso - Classificação Amador - 4°Encontro de D...: " Uma das novidades do evento esse ano foi os concursos. Foram lindas as apresentações, as ..."

Grupo Encanto do Oriente: Concurso - Classificação - 4°Encontro de Dança Enc...

Grupo Encanto do Oriente: Concurso - Classificação - 4°Encontro de Dança Enc...: " Uma das novidades do evento esse ano foi os concursos. Foram lindas as apresentações, as ..."

Grupo Encanto do Oriente: Explicações e Pedidos de Desculpas...4° Encontro d...

Grupo Encanto do Oriente: Explicações e Pedidos de Desculpas...4° Encontro d...: " Por mais que tentamos, as vezes algumas coisas fogem ao nosso comando e tei..."

Grupo Encanto do Oriente: Evento Realizado!!- Nossos Agradecimentos -.4° Enc...

Grupo Encanto do Oriente: Evento Realizado!!- Nossos Agradecimentos -.4° Enc...: " Graças a Deus, o evento foi um sucesso absoluto. De publico e de bailarinas que deram um ..."

Grupo Encanto do Oriente: Agenda

Grupo Encanto do Oriente: Agenda: " Dia 28/11/2010 mais informações acessem - www.dunyaamar.com.br Dia..."

Grupo Encanto do Oriente: Agenda

Grupo Encanto do Oriente: Agenda: " Dia 28/11/2010 mais informações acessem - www.dunyaamar.com.br Dia..."

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Mafia da Dança do Ventre: Adriana Bele Fusco - Um pouco mais de nossos artis...

Mafia da Dança do Ventre: Adriana Bele Fusco - Um pouco mais de nossos artis...: "Hoje iremos conhecer um pouco mais de Adriana Bele Fusco 1)A quanto tempo você dança?Quem foram/foi suas professoras?Suas maiores inspi..."

sábado, 9 de outubro de 2010

Mafia da Dança do Ventre: Lulu Sabongi - Um pouco mais de nossos artistas - ...

Mafia da Dança do Ventre: Lulu Sabongi - Um pouco mais de nossos artistas - ...: "Hoje iremos conhecer um pouco mais da maravilhosa Lulu Sabongi. 1)À quanto tempo você dança? Desde 1983 , no final deste ano completo 27 ..."

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Grupo Encanto do Oriente: Local do Evento - Ribeirão Pires F.C

Grupo Encanto do Oriente: Local do Evento - Ribeirão Pires F.C: "História No entardecer do dia 8 de julho de 1911, oito jovens do pacato distrito de Ribeirão Pires se reuniram debaixo de uma árvore, sob ..."

domingo, 3 de outubro de 2010

O RECONHECIMENTO DO SEU TRABALHO NÃO TEM PREÇO 3 - DRIIH NAJLAH - Pré-selecionada da Audição da BDSS!!!

É com muita satisfação que anuncio mais uma representante brasileira na cia BELLY DANCE SUPER STARS - DRIIH NAJLAH!!!

Tive a imensa satisfação de conhecer essa encantadora e jovem bailarina de tribal na ocasião do 3º ENCONTRO DE DANÇAS ENCANTO DO ORIENTE, onde num dueto emocionante com a também linda, talentosa e minha querida CRYSTAL ZAFIRA, deixou hipnotizados e encantandos a todos, até os espectadores mais exigentes, como o derbakista HADIB RAZIYA (e meu marido), que pra meu espanto, manifestou uma crítica entusiasmada à performance.

A satisfação é tripla nesta 4ª edição do evento, pois essa talentosa jovem vai nos brindar no juri do concurso, no show de gala e agora como uma das pré-selecionadas a compor a companhia de danças orientais de MILES COPERLAND, em sua audição no Brasil em ocasião da participação do evento DANCERS SOUTH AMERICA, promovida pela bailarina, professora e coreógrafa ADRIANA BELEFUSCO frente a Escola de Danças que leva seu sobrenome.



E QUEM É DRIIH NAJLAH?


A bailarina Driih Najlah é filha da professora e dançarina Nahid Phoenix, por isso convive com danças e teatro desde muito cedo. Por ser neta de músicos, seu ouvido para ritmos e musicalidade é muito apurado.Seus estudos e aulas iniciaram-se no ano de 2001, com Ballet Clássico, Jazz, Teatro e Capoeira, em 2007 conheceu a dança do ventre e o tribal fusion, onde sua grande inspiração é Rachel Brice.Está em constante busca por conhecimento e aperfeiçoamento, para isso fez e faz aulas e workshops com grandes nomes da dança como: Moria (USA), Sharon Kihara (USA), Ariellah (USA), Mardi Love (USA), Ally Hauff (BR), Crys Eda (BR), Nanda Najla (BR), Nadja el Balad (BR), Mariana Quadros (BR), Carol Schavarosk (BR), Adriana Bele Fusco (BR). É integrante do Shayna Cia de Dança do Leste, grupo que tem como foco principal o Bellydance Jazz Fusion e foi premiado com o 2º lugar na categoria fusão, no II Pariz Dance Festival em 2010, integrante do Dancers South America (DSA), novo projeto do Grupo Bele Fusco, fez parte da banca examinadora do concurso do Festival de Danças Ritmos do Oriente. Ministrou workshops e dá aulas semanais no Estúdio de Dança e Arte Cultura Física.
Para complementar os estudos e enriquecimento de suas performances, faz ensaios semanais, aulas de ballet clássico, dança do ventre e jazz.


Com tudo isso, temos que nos alegrar com o reconhecimento dos talentos do Brasil, talentos estes que eu me arriscaria a afirmar que são talentos em dobro, em função de ainda vivermos num pais que estimula muito pouco as artes de uma forma geral, e se destacar mesmo sem maiores incentivos e termos nossos talentos reconhecidos é sem dúvida alguma uma vitória potencializada!

A HR parabeniza a brilhante bailarina Driih Najlah, desejando que esta seja apenas a primeira de muitas vitórias e reconhecimentos públicos, louros merecidos de quem tem talento, é competente e sabe capturar os seus sonhos com mãos firmes, sabendo exatamente o que quer e aonde que chegar, atributos de pessoas que nasceram pra brilhar, serem felizes e bem sucedidas.

BOA SORTE NESSA NOVA FASE EM SUA CARREIRA DRIIH!!!

RENASCER DAS PRÓPRIAS CINZAS...

Quem me conhece um pouco melhor sabe que o meu símbolo pessoal (e marca registrada) é a FÊNIX.

A Fênix é uma ave mitológica grega, que ao morrer entra em combustão, pra depois renascer das próprias cinzas. Acredita-se que essa lenda tenha sido inspirada por uma extinta ave egipcia, semelhante a uma garça, o BENNU, que seria o equivalente egipcio a Fênix, onde segundo a mitologia egipcia, ao cumprir o seu ciclo de vida, voava até Heliópolis e pousava na pira do Deus Rá, ateando fogo ao seu ninho e deixando-se consumir pelas chamas.

Lendas a parte, o fogo tanto pode ser sinônimo de destruição como de renovação. Nas queimadas por combustão espontânea, uma floresta inteira pode ser dizimada pelas chamas, para que na próxima temporada seja substituida por plantas inteiramente novas. É um dos processos de renovação da Mãe-Natureza. Temos também os relâmpagos (amo), que superaquecem o ar a sua volta promovendo a purificação dele, e também é um dos fatos geradores das queimadas naturais.

O fogo é um elemento purificador, renovador. Através da dor, ele traz um novo ciclo de vida e renascimento.

Minha vida sempre foi cheia de "altos e baixos", e depois de um certo tempo percebi que me levantava numa nova perspectiva a cada tombo, a cada "puxada de tapete" do destino. Por isso me identifiquei com esta ave mitologica... A necessidade clamante de liberdade representada pelas asas do pássaro em comunhão com a dor de uma ruptura de um ciclo e o renascimento a um novo, fez desse símbolo a mais perfeita expressão da minha vida como um todo.

Eu tenho ela tatuada na lateral do tórax, na altura das costelas, local onde mais dói se fazer uma tatuagem. Nunca vou me esquecer. A dor era como se eu estivesse fazendo o desenho a fogo mesmo! Quando vocês virem uma Fênix, lembrem-se dessa que vos escreve.

Escrevo-lhes hoje na expectativa de uma redenção: explico...

Já faz algum tempo que não publico estudos aqui no site. Primeiramente porque o estudo que quero empreender com vocês é algo que transcende as publicações que todos devem estar acostumados no que diz respeito a grandes bailarinas, e também um estudo que vai requerer bastante consulta e avaliação. Não é um mero COPY/PASTE da maioria dos blogs... no meu ponto de vista, é praticamente uma "tese", e como tal precisa ser avaliada antes de publicada como estudo.

O outro motivo de eu ter dado uma pausa nas publicações foi eu mesma. Pra quem não sabe, recentemente fui terminantemente proibida de dançar pelo meu médico. Motivo: Discopatias Degenerativas da Coluna Vertebral e Articulação dos Joelhos. Mal da idade e de "junta", rsrsrs... De início, acredito que movida pelos projetos em andamento e o tratamento desses males, a "ficha não caiu", por isso não senti o impacto dessa nova ordem da minha vida. Mas quando as "chamas" começaram a se intensificar, comecei a sentir o calor da queima, e doeu... doeu na alma da bailarina... a Haiyat estava entrando em combustão mais uma vez.


O problema é que dessa vez estava difícil de renascer das cinzas... cheguei a acreditar que elas seriam levadas pelo vento, uma vez que eu não estava encontrando forças e estímulo pra continuar tocando minha vida sob um novo prisma - o de pesquisadora, estudante e mera espectadora. De repente comecei a me sentir mutilada, faltando um pedaço enorme da minha essência!

Isso até hoje no início da manhã...

Depois de publicar a entrevista do meu professor e amigo VITOR CAZÉ, no blog da MÁFIA DA DANÇA DO VENTRE, comecei a dar uma "faxinada" na minha caixa de e-mails, quando me deparei com o e-mail de uma amiga que me fez refletir longos minutos sobre o que estava escrito e a mim mesma. Fala justamente nos conflitos interiores que muitas vezes passamos, e que nos desestimula a continuar com nossos projetos de vida, nossos sonhos. Vou repassar pra vocês essa mensagem:

Sem amor, não há movimento...


(foto: Samya-Ju  Blog: http://7vidasdebailarina.blogspot.com/)

"Chega um momento na nossa vida que fica tudo tão claro. O meu foi preciso. No exato momento em que parei de surtar (com um monte de tralhas incrivelmente sufocantes que me cobravam muita responsabilidade) eu nasci de novo.
Inclusive a dança nasceu de novo. "Dança do ventre" me diz pouco, não me provoca. Porque realmente o universo "bellydance" do qual fiz parte deixou de existir em mim. Assim eu danço, de verdade - com todo coração. Não posso dizer que isso é Dança do Ventre. Não consigo submeter essa dança à qualquer regra: aquelas que eu mesma criava para mim. Não consigo impor limites. Realmente não dá mais.
Confesso com gratidão que precisei ter tudo e perder tudo. Daí esse "tudo" fez sentido, afinal.
Sem amor não há movimento.
Desejo que vocês jamais provem isso na própria carne. Se houver outra maneira de valorizar o papel do amor na dança, compartilhem com o mundo.
Estarei com vocês.
  

(texto escrito pela Bailarina Samya-Ju,  em seu blog: http://7vidasdebailarina.blogspot.com/)




"As pessoas dançam por inúmeros motivos: expressão de sentimentos, autoconhecimento, autoafirmação, simplesmente porque acham lindo, para fazerem amigos, para relaxarem, ter um hobby, pelo bem estar que a dança proporciona, enfim, ficaria o dia todo inumerando motivos que levam as pessoas a dançar. Mas uma pergunta que sempre me vêm a mente é: o que leva uma pessoa a parar de dançar?  Ou mais ainda, o que leva uma pessoa a "desencantar-se" com a dança e sua prática?

De repente, aquela companheira de tantos anos - a dança - tanto suor e encantamento desaparecem simplesmente no ar... ou será que ficam lá em alguma janelinha da alma esperando um momento - que talvez nunca mais aconteça - para trazer a tona?

Já vivi muitas coisas dentro do estudo da Dança. Vontade de parar houve sim, mas tão inferior ao que ela representa em minha vida que não consegui me deixar levar totalmente por ela. Sempre que isso acontecia eu procurava refletir onde estava a falha... onde e como em algum lugar eu havia perdido aquela paixão, aquele encantamento. E tentava reencontrar aquela magia que eu vi quando comecei a dançar... buscava nas janelinhas de minha alma, cheiros, lembranças, sons que me remetessem àquilo tudo.  Lutei por longo período de idas e voltas, mas não me entreguei.  Eu sabia que ia descobrir onde estava o furo - se é que havia furo e onde estava eu mesma nesse processo. 

Aos poucos, tudo ficou muito simples e claro e percebi que há um sentido muito maior na Dança, o sentido que une as pessoas em circulos, seja dançando seja se apresentando... esse sentido preencheu minha alma de tanto significado que superava minhas expectativas... e mesmo dentro deste processo noto que, quando não há uma intencionalidade, uma consciência dentro do processo, o "vaso se esvazia" e a dança torna-se uma planta seca, um cadáver. A Arte não pode ser reduzida a um apanhado de regras. Ela tem que ir além, transcender a técnica. Ela tem que expressar o que sentimos acima de tudo. Mas ela tem que ter um significado profundo em si mesma. Esse significado tinha ficado em algum lugar. Mas por onde eu poderia começar a procurar? Pedindo pra São Longuinho?  Pode ser...  preferi começar pelo caminho mais lógico. É impressionante como as respostas estão bem na nossa frente e insistimos em procurá-las do outro lado. 

Voltei a estudar as bailarinas que fizeram a História da Dança Oriental. Voltei a ouvir as músicas que também tornaram-se arquétipos dentro da Dança Oriental.  Compreender de onde vem a dança, conectar-se com a energia ghawazee através das músicas e dos movimentos que trabalham o corpo de maneira mais profunda... dissolver couraças através de movimentos vigorosos e intensos. Sentir o simbolo em cada momento, em cada movimento, me permitiu sentir a força da Dança novamente. Mas o mais importante é , sem dúvidas, as pessoas que a dança traz pra vida da gente.

Fiquei muito feliz ao saber que minha amiga Samya conseguiu tambem preencher de significado e ir alem de padrões e modernismos para compreender a profundidade e significados da Dança e espero que todas as pessoas que leiam estas simples palavras sintam-se com o coração inundado por esse amor que move a Dança em todo mundo! Compartilho com vocês estas palavras e  rogo que consigam manter acesa a chama da magia em seus corações!

E se um dia a dança deixar de ser importante em suas vidas, desejo do fundo do coração que vocês não encarem isso com banalidade ou naturalidade. Mas procurem compreender os porquês disso tudo. E avaliem antes de simplesmente desistir de encontrar...

E agradeço a todos que não desistiram e estiveram ao meu lado nas idas e vindas! serei eternamente grata! e agradecerei da melhor maneira: dançando!"


Essa mensagem singela, mas de uma profundidade única em sentimentos, foi a força que fez a minha fênix renascer mais uma vez. Num momento onde eu achei que me faltariam as forças e estímulo pra seguir adiante sob uma nova proposta de trabalho, eis que surgem as forças misteriosas do alto me empurrando a frente, porque afinal de contas, THE SHOW MUST GO ON.


Bennu, em afresco

Mafia da Dança do Ventre: VITOR CAZÉ - Um Pouco Mais de Nossos Artistas XXVI...

Mafia da Dança do Ventre: VITOR CAZÉ - Um Pouco Mais de Nossos Artistas XXVI...: "Hoje eu tenho a satisfação e o orgulho de apresentar a vocês um artista simplesmente fantástico."

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

domingo, 19 de setembro de 2010

domingo, 12 de setembro de 2010

Nanda Salima: Meus videos

Nanda Salima: Meus videos: "Minhas apresentações, do meu grupo, das minhas alunas, coreografias montadas por mim... solo realizado dia 17 de agosto2008 na cidade d..."

Grupo Encanto do Oriente: Videos do Grupo

Grupo Encanto do Oriente: Videos do Grupo: "kasik oyunu -folclorico turco das colheres de madeira coreografia adaptada das colheres de madeira,pela professora e coreografa Nanda Salima..."

sábado, 11 de setembro de 2010

Dança Moderna - Shakira

JOLINE ANDRADE É PRÉ DA BDSS!!! O Reconhecimento pelo seu trabalho não tem preço 2.

Pessoal, hoje temos outro momento de satisfação e felicidade!

Fui informada por uma colega da comunidade do Orkut FANÁTICAS POR DANÇA DO VENTRE que a bailarina brasileira JOLINE ANDRADE é uma das pré-selecionadas da Cia BDSS - Belly Dance Super Stars, pela ocasião da apresentação do grupo no espetáculo DSA - Dancers South America, organizado pela bailarina ADRIANA BELEFUSCO.

Joline é uma jovem bailarina talentosa, com uma dança encantadora e bastante técnica, que dá muito gosto assistir. Essa indicação é mais do que merecida, em função da trajetória dela, bem como sua ética, profissionalismo e, é claro, o enorme talento já citado.









Eu particularmente fikei muito feliz quando soube, não só por curtir ver uma brazuca tribalesca como pré-selecionada na Cia, mas porque tenho muito carinho e admiração pela Joline, sendo ela uma das minhas bailarinas de tribal preferidas.




QUEM É JOLINE ANDRADE?







Joline Andrade começou estudando Ballet Clássico na “Academia de Danças Lúcia Helena D’Angelo” em Recife(PE) aos 4 anos de idade e logo transferiu seus estudos para a Dança Oriental aos 15 anos em Vitória da Conquista (BA) com a professora Marilene Sobrinho.

Ministrou aulas de Dança do Ventre desde 2003 e aulas de Ballet Clássico em 2003 e 2004 na Dançart Escola de Dança e na Escola Ytalo Miranda.

Participou do Projeto Passo de Arte em 2004 (Santos-SP) e em 2006 (Indaiatuba-SP) capacitando-se em workshops de Dança Contemporânea, Ballet Clássico e Jazz Musical Theatre ministrados por Holly Cravell (EUA), Carlos Santos Junior (BRA), Toshie Kobayashi (BRA) e Fernanda Chamma (BRA).

Em 2006 foi professora da oficina de Dança do Ventre do Subprojeto PROUNICA – Cultura e Arte do projeto Universidade para Todos – UESB em Vitória da Conquista (BA).
Foi selecionada para o curso de graduação da Escola de Dança da UFBA em 2007 e lá assumiu o cargo de professora de Dança do Ventre do curso de extensão.

Ministrou oficinas para o Seminário de Estudos do Eixo e Alinhamento Corporal promovido pelo Departamento de Técnicas e Práticas Corporais da Escola de Dança da UFBA em 2007 e ministrou workshops de Dança do Ventre e Dança Tribal em Vitória da Conquista nos anos de 2007, 2008 e em Feira de Santana e Itabuna em 2009.


Escreveu ensaios monográficos com os temas “Dança Tribal: pluralidade étnica e fusão contemporânea” e “Identidade em fractais: um contexto contemporâneo no pensamento sobre a Dança Tribal”, onde pôs em questão fenômenos culturais como o hibridismo, a mestiçagem e a noção de identidade para analisar o “surgimento” do Estilo Tribal até suas produções atuais.

Já participou de workshops ministrados por bailarinas da casa de chá egípcia “Khan el Khalili” de São Paulo como Kahina, Aziza, Malak, Munira, Nur, July, Nuriel el Nur e Aysha Almeé, com a bailarina Saida (ARG) e maestro Mário Kírlis (ARG), com Sharon Kihara (EUA), Mardi Love (EUA), Ariellah (EUA), Nanda Najla, Mariana Quadros, Kilma Farias, Carol Shavarosk, Nadja el Baladi, Carlos Clark, Adriana Bele Fusco, Douglas Felis (EGT), Bela Saffe e Ives al Sahar.

Campeã baiana e vice-campeã nacional na categoria profissional de Dança Tribal na Audição Internacional Bele Fusco 2009.

Criadora e produtora do “Encontro Regional de Dança do Ventre” que ocorreu nos anos de 2007, 2008 e 2009, estes últimos com a participação especial de Nuriel el Nur (Khan el Khalili) e Kahina Barros (Khan el Khalili), reunindo o maior grupo de pessoas interessados na dança em Vitória da Conquista-Ba até então.
Em 2009 participou do “Encontro de Professores” e do “Workshop de Ballet Clássico” com a São Paulo Cia. de Dança em Salvador.

Hoje, além de continuar aprimorando seus conhecimentos na área da dança e estar presente em um Curso de Licenciatura em Dança, continua lecionando em Salvador e região, buscando enriquecer as produções desta área.

Atua e trabalha com a Dança do Ventre, Tribal Fusion, Ballet Clássico, Ballet Moderno e Dança Contemporânea na cidade de Salvador.



Com tanta experiência, era de se esperar essa indicação. Joline é um talento nato, onde não é difícil ver que sua dança não sai do corpo, e sim DA ALMA. Ela consegue se superar a cada apresentação, cada movimento de quadril, cada ondulação de mãos...


Desejo do fundo do coração que ela seja selecionada e represente nossas bailarinas brasileiras com o mesmo carisma, talento e garra com que ela sempre encantou nossos olhos com sua dança magicamente bela.

PARABÉNS JOLINE!!! E BOA SORTE PRA PRÓXIMA ETAPA! Estamos torcendo por vc!






(FONTE: Dança Tribal Bahia)


quinta-feira, 9 de setembro de 2010

O QUE É ARTE PRA VOCÊ?

Olá Pessoal!


Vocês devem ter percebido que não posto nenhum estudo desde que terminei a página de RITMOS. Não... não abandonei o site nem os estudos. O que aconteceu é que tenho me dedicado mais a minha saúde e coincidentemente com cuidados a minha mãe, operada de catarata e convalescente em minha casa. Também costumo dar um tempo antes de empreender novo trabalho de estudo e pesquisa, pra descansar e meio que "zerar" minha cabeça do assunto anterior e ficar 100% pro assunto novo, sem resíduos do anterior. Isso pra mim é bom, porque não só pelo lado do REDO da mente, mas também descansá-la, porque tem alguns estudos que são extremamente cansativos pela ausência de fontes, sejam elas físicas ou virtuais. Já contei pra vocês o tipo de fonte onde gosto de me referenciar...

Nesses intervalos revigorantes, costumo navegar em blogs de amigos e/ou conhecidos, responder e mandar e-mails, ver alguns vídeos e sites inéditos do oriente médio, e até mesmo brincar nos joguinhos virtuais. Tudo para relaxar...

Shaide Halim
Numa dessas minhas surfadas na rede, entrei no blog da Bailarina e professora SHAIDE HALIM, através de um tweet dela. Conheço-a pouco, mesmo que virtualmente, tendo trocado alguns poucos posts em comunidades do Orkut e mensagens no MSN, mas antenada no seu trabalho diante do ESTÚDIO HALIM, como faço sempre com nomes relevantes da nossa dança. Me surpreendeu em especial um artigo dela, com o título CANSEI DESSA ARTE TODA! (http://shaidehalim.blogspot.com/2010/05/cansei-dessa-arte-toda.html). Nesse artigo, ela coloca um desgosto acredito que comum a todas as cabeças pensantes da "divina arte da dança": Orgulho, ego, inveja e pseudo-sabedoria, em detrimento à arte na sua mais profunda essência.


Ela faz colocações bastante lúcidas e maduras sobre mazelas no mundo da dança, que a maioria das pessoas não querem ou não tem coragem de falar (escrever). Umas talvez por medo de estigmas que as prejudique na carreira, outras pra ir no "vai-da-valsa" das que sabem brilhar. Suposições minhas...


O mais interessante (e assustador, confesso) foi a síntese do pensamento de uma profissional com mais de 20 anos de experiência no mundo da dança, e que já deve ter visto, vivido e passado muita coisa, como muitas outras. Esse pensamento encontra par aos dessa pequena estudante da arte e cultura que vos fala. Eu fiquei conhecida por algumas pessoas pelo uso da expressão "PSEUDO-SÁBIO", ao me referir às pessoas que só tem vida útil nas comunidades orkutianas, e ditadorizam a informação, não permitindo um diálogo franco, civilizado e pacífico. Essas mesmas pessoas, acostumadas ao brilho efêmero das bajulações e elogios vazios e inconsistentes, ao serem contra-arrazoadas, frequentemente se desequilibram, começando daí as famigeradas "discussões virtuais", refletindo no interlocutor sua descompensação. Não gostam de ser contrariadas se servem de adjetivos nada delicados para descarregar suas frustrações. Pessoas que acham que sua "pseudo-verdade" é um verdadeiro dogma, uma afirmação absoluta e totalmente aquém de contestações ou debates.

Porém, o artigo da Shaide não se limitou pura e simplesmente ao "mundinho medíocre" das comunidades de sites de relacionamentos (onde até cachorro e gato tem perfis pessoais): Ela foi muito mais abrangente, falando da arte como um todo, em todos os seus segmentos, setores e pessoas. Ela disse o que ninguém tem coragem de dizer, e os que dizem são taxados de "loucos" e "desequilibrados" (como eu, por exemplo).

Vou destacar pra vocês alguns trechos do artigo que mais chamaram minha atenção:

"Cansei de achismos. Cansei da pseudo-intelectualidade de gente que acha que é o detentor de todo conhecimento do universo. Cansei de regras, do certo e errado, do que é o ideal de mercado, do blablabla de "isso é vulgar" ou "fulana é melhor que ciclana". Cansei de gente que não sabe discernir um trabalho profissional de um que é pura jogada de marketing (barata!)."

É simplesmente desgastante e degradante umas "panelinhas" que se consideram "os escolhidos" da arte... Não tem diálogo (e civilidade) que resista...

"O mais legal é que as estudiosas do meio adquirem todo um vasto conhecimento na internet, off course. E a dança do ventre é a dança sagrada das sacerdotisas do Egito desde... desde quando mesmo? Onde estão esses registros históricos que ninguém viu? Ah, mas eu li Serpente of the Nile, eu sou a detentora de todo conhecimento! Eu converso muito com os árabes também! Sim, aqueles que cagam e andam pra sua própria cultura e acham que dança do ventre é coisa de vagabunda de quinta categoria. Ah, sim, nós brasileiras devemos pratica-la à exaustão, mas uma boa mulher árabe, meu bem, nem pensar! Também é bem bom de ver que o povo se torna bambambam do conhecimento belly dance com 5 anos de dança (quanto muito, hein?)."


Athena
Vocês não tem noção do que eu já ouvi nesses meus curtos 5 anos de Dança do Ventre! É cada delírio à lá "Culto à Deusa", com todos os seus ritualismos, simbolismos e principalmente ACHISMOS, que eu fico pasma. Só esquecem que em síntese, o povo do oriente médio começou JUDAICO, o que significa que essas superstições são Haram, e dos grandes, rsrsrs...


Fico passada também com o quanto se generaliza os simbolismos da Dança do Ventre e afins ao simbolismo do Antigo Egito. Claro que a arte tem um braço lá, mas Pelo Amor de Tudo que Você Julga Sagrado! O POVO EGÍPCIO NÃO ERA BÁRBARO! Eles dançavam pra se divertir, e a sociedade deles se assemelhava muito a nossa, dadas as devidas proporções de evolução tecnológica, social e política. Agora, vai falar isso pras pseudo-sábias de plantão com "zilhões" de anos de dança e um ego maior que o Rio Nilo!?!


"criticar é uma necessidade. Seja crítica, sempre, com todo seu conteúdo de meia duzia de anos de estrada. Critique a bailarina que foi dançar sem fazer chapinha no cabelo, critique aquela que está acima do peso, mas critique também as magrelas, afinal de contas, o movimento delas não é perfeito. Critique, inclusive, aquela que está anos luz à sua frente, que dança muito melhor do que vc. Criticar é preciso! Critique a roupa da bailarina pq caiu uma franja ou pq ela já usou demais. E critique sempre a vulgaridade de quem está no palco se divertindo. Diversão é proibido, atrapalha o desempenho técnico."


Foi inevitável para mim ler esse trecho sem lembrar das inenarráveis discussões sobre a calcinha da bailarina "fulana" (ou ausência dela), do cofrinho da "cicrana", da maneira de ensinar da "beltrana"... E a qualidade técnica e característica da dança delas, QUE É O QUE REALMENTE CONTRIBUI AO PROGRESSO DE FUTURAS BAILARINAS, niente! Daí, quando alguma pessoa "sã" resolve empreender um debate eclético e produtivo, lá vem elas, as pseudo-sábias, especialistas em "falta de calcinhas" e "moralismo" detonando suas filosofias de porta de boteco de 5ª.

"Também é bem válido contabilizar seu tempo de dança. Eu faço dança indiana há 14 anos, 8 meses e 10 horas. Se vc tem 48 horas a menos que eu, eu sou melhor que vc, lóooooooogico! ^-^ E para ser realmente aceita no meinho privé, vire Hare Krishna, Hinduísta, pratique yoga e se torne vegetariana (ou ao menos minta e diga que segue todo o roteiro)."

Este trecho me lembrou as palavras de um antigo amigo e colega de trabalho, que conheci como colega de vendas numa empresa e foi meu chefe em outra: "Antiguidade não é posto, nem cargo". Essa estória que "você não sabe nada, porque eu tenho ANOS LUZ na sua frente na dança" é bastante relativo. Cito uma amiga e ex-professora como exemplo. Ela já tinha uma bagagem de Dança de Salão quando começou na Dança do Ventre e em 1 ano e 9 meses de aulas ela estava tirando seu registro profissional na DRT, e DEFINITIVO, em função do fato dela já dar aulas numa escola de dança na ocasião. Ela dança graciosa e energeticamente, mas quando o assunto é parte teórica ela meio que deixa a desejar, nãopor culpa dela, mas pelas circunstâncias de vida. Ela é sozinha, sustenta a filha, trabalha a beça. Oficinas e eventos tem um custo relativamente alto e ela não tem muitas oportunidades financeiras para tal. Perto dela eu sou uma paraplégica dançando, kkkk, mas quando o assunto é oficinas, eventos, estudos (teóricos e de música - instrumentos e ritmos),já me considero mais apta do que ela. Por isso tempo é relativo e vale a sua dedicação e postura ética perante a profissão, alunos e colegas.


Me recordou também o meu primeiro emprego, como estágiária da CEF. Eu trabalhava no fechamento de movimento dos caixas, e cada um de nós fechava 2 caixas. Eu, uma mera estágiária de administração, 17 anos de idade, fechava meus 2 caixas e ainda fechava 1 dos de uma funcionária, com 15 ANOS de Caixa Econômica Federal, quase sessentona, que fez aquele serviço DESDE SEMPRE no banco. Eu ia embora, depois de fechar 3 caixas e ela ainda ficava lá, enrolada com o primeiro. Mas na hora H, que a gente queria levantar a voz e se colocar, tentando mostrar uma forma mais eficiente de trabalho, nós eramos os réles estagiários...


"E Tribal é terra de ninguém, portanto, vc pode tudo. Absolutamente tudo! Mas nunca revele isso aos quatro cantos. Crie métodos rígidos e difunda-os por aí como verdade absoluta. Vc já pode ser uma estrela do Tribal com 2 anos de estudo, desde que crie um estilo autêntico, mesmo que essa autenticidade não seja nada além do que a cópia da Rachel Brice. Mas jure por Deus que vc não a imita, por favor! Ela é uma mera inspiração."

Dispensa comentários... Matou a pau. O próprio estilo Tribal criado pela Jamilla Salimpour, NÃO É 100% criação dela, acreditem. O ATS (American Tribal Stile) nada mais é do que uma compilação das danças Ghawazee e Nawwari. Quando pesquisando para o artigo de DANÇAS TRIBAIS BEDUINAS , fiz essa (chocante) descoberta. Quase infartei! Isso porque eu acreditava, na minha infantilidade e devaneios de aprendiz que era uma dança totalmente criada do zero pela Jamila - mas estava enganada. Até os trajes ATS são baseados nas roupas típicas das mulheres ghawazee. Nada contra, haja vista que houve um "boom" da cultura ghawazee pelas mãos das americanas, e é um espetáculo lindo de se ver (embora em prefira o Tribal Fusion, pela liberdade de criação), mas tem nego que "mata e morre" dizendo que essa dança nunca existiu e que a Jamilla criou tudo. (já estou até sentindo o "calorzinho" da fogueira da Santa Inquisição da dança, estudo e pesquisa... Vou ser imolada igual a um "cordeiro do culto à Deusa" depois que as Sábias e Onipotentes de plantão lerem isso, rsrsrs) Mais detalhes, confiram na página DANÇAS TRIBAIS BEDUINAS daqui do blog, e a partir das fontes citadas, pesquisem e vocês verão pessoalmente essas afirmações.
Jamilla Salimpour


OBS.: Por favor, não pensem que estou aqui diminuindo o valor, nem da Jamilla Salimpour, muito menos do ATS. Leiam com cuidado, mente aberta, carinho e atenção minhas palavras antes de pré-julgamentos. Esse aparte é pras pessoas de boa vontade. Pras pessoas toscas de plantão, WHATEVER... Já acostumei e nem ligo mais pra maledicência das mesmas.


"E sabe do que mais? Eu não sou profissional de porra nenhuma. Eu sou um ser que dança. E dou aulas e tenho orgulho de ver minhas alunas nos palcos da vida. 

Eu tenho muito orgulho de minhas meninas do ballet, todas já passadas dos 25 anos de idade, felizes com suas primeiras piruetas, escolhendo a roupa do espetáculo não-profissional onde vão debutar. 

Eu me delicio quando vejo uma dançarina do ventre, com roupa da 25 de março, com toda a sensualidade que Deus lhe deu (mesmo que o resto do mundo insista em dizer que ela é vulgar), curtindo seus oitos e camelos imperfeitos."


Mais uma vez sem palavras. Se ela consegue se manter assim, é uma das poucas profissionais com tamanha ética, desprendimento e amor a arte. Antes, só conhecia 2: Semíramis e Nanda Salima, mas sou suspeita... uma é minha eterna mestra e amiga (que hoje mora no Qatar) e a outra é MINHA IRMÃ.


Por fim, destaco um trecho do fim do artigo de Shaide, onde eu até me arrepiei. A Nanda Salima e minha querida Jaya (saudades) sabem o quão verdadeiro são os meus sentimentos quanto a essas palavras a seguir, em função de a muito tempo atrás eu ter externado a elas a minha visão de Dança Tribal (baseado nas danças beduinas e nômades do oriente) e do meu desejo de desenvolver esse que seria para mim o estilo perfeito de Tribal na minha visão.


"E mais... o Tribal é aquilo que está em vc, do jeito que vc quer que esteja. Se o seu estilo é esse ou aquele, se ele nasceu de sua vontade, se ele é certo pra vc, é isso que vale. O resto do mundo considerada errado? Dane-se, meu bem! Não se apegue a detalhes. Sim, Tribal é mesmo terra de ninguém. Vc quer dançar xaxado, rock, pop, frevo, baião ou música celta? Dance. Que importa se fulana achou ruim? Faça. É a sua dança. Aquele movimento que vc inventou e colocou na coreografia não é mais errado do que aquele camelo mal feito que a bambambam jura por Deus que está dentro das regras."


Confesso que se eu não estivesse terminantemente proibida de dançar pelo médico, me sentiria mais a vontade de enfrentar as críticas que partiriam das "onipotentes" do meio... mas as Forças do Universo parecem ter outros planos pra mim. Deixo as águas fluirem, como diz Semíramis, e me mantenho na expectativa dos acontecimentos, sem ansiedades, sem pressa.


Juro que me assustei do quanto a corrente filosófica da Shaide coincide com a minha! Isso significa ou que eu estou no caminho certo, ou que somos duas loucas! rsrsrs... Não pude deixar de expressar um comentário ao final do artigo dela, o qual transcrevo pra vocês a seguir:


"ô lôco Shaide... vc tá me assustando sabia? hahaha!!!
Meu, falei sobre isso 2 X hoje!
Falar o q sobre seu artigo? absolutamente nada a não ser que compartilho da mesma opinião, revolta, desgosto e também sonhos, esperanças e pekenas felicidades.
Não sou professora de dança. Sou uma humilde-eterna aprendiz da vida como um todo e se Deus me ajudar, morrerei assim, aprendendo.
Por isso meu símbolo e a minha maior tattoo (na parte mais doida de fazer do corpo) é a fênix: Estou constantemente morrendo e renascendo das minhas cinzas, tentando me moldar ao mundo a minha volta.
Essa pseudo-sabedoria de internet é inevitável, haja vista a internet ser praticamente uma "dimensão paralela"... ngm é realmente o q é virtualmente. Me esforço bastante pra ser diferente disso, mas não sei se sou bem sucedida nessa tentativa... tomara q sim.
Vc lembra de um papo nosso da Música BLAZE OF GLORY e dançar vestida de POCAHONTAS? kkkkk Na parte dos "zilhões de regras" do tribal lembrei disso...
E do Burlesque? Vc lembra a "caça às bruxas" num tópico desses da vida?
Meu, como em sã consciência uma pessoa ker pagar moral em cima de algm sem estudar e perquisar?
Outro dia teve outra fogueira, em cima de um vídeo de tribal, estilo  de dança e ritmo Nawwari. Eu quis morrer de catapora...
Caramba, a net tá aí, como um puta instrumento de estudo e pesquisa! Se procurar direitinho, tem vários e-books, sites de faculdades, pesquisas antropológicas... mas se perde mais tempo falando se a bailarina fulana dançou com ou sem calcinhas do q o estilo peculiar da dança dela!!! Isso me cansou no orkut, e atualmente estou meio q "amputando" ele da minha vida.
Eu me considero ARTISTA, e a quase 30 anos! Desde o teatro amador, passando pelo jazz e anos depois na DV. Ser "profissional" é mais do q esfregar um registro na D.R.T. q vc pagou e nem precisa, pq não pretende ser empregada CLT de ngm. Ser profissional é ser unida às suas colegas, respeitando-as e sendo verdadeira e ética, é colaborar no desenvolvimento e reconhecimento da arte, é valorizar suas alunas, da mais atolada na dança à mais fodástica, é amar a arte antes de amar o vil metal.
CLAP! CLAP! CLAP! CLAP!
Meus aplausos a seu artigo...
Isso é q eu chamo de lucidez, maturidade e acima de tudo VERDADE."
Finalizo esse artigo dizendo que minhas palavras expressam meu sentimento e pensamento face às palavras do artigo de Shaide Halim. Como disse, não a conheço, mas gostaria muito de ter oportunidade de conhece-la pessoalmente e trocar impressões sobre a arte e o meio artístico com ela. Estou gostando bastante da sensatez e coragem das palavras dela.


Sei muito bem (e por experiência própria) que ninguém consegue ser unanimidade, não sinceramente pelo menos. Há os que AMAM e os que ODEIAM qualquer coisa nessa vida. Porém, o diferencial está em você ser racional quanto a algo especificamente, não importando de quem partiu. Não gosto de muitas coisas e não "morro de amores" por muitas pessoas (não odeio nem tenho raiva de ninguém), mas nunca, jamais, em tempo algum, desmerecerei os valores dessas coisas ou pessoas por vaidade, ego ou simpatia, bem como tem muitas coisas que curto, e pessoas que amo de paixão e que não me furto de fazer uma crítica mais dura ou chamar a atenção quando vejo algo de errado partindo dessas mesmas coisas ou pessoas.

Desejo de coração que palavras tão repletas de clareza e realismo, de pessoas lúcidas e maduras profissionalmente consigam alcançar as mentes mais tacanhas, trazendo luz à escuridão que hoje nos deparamos. Não estou aqui pra agradar nem gregos, muito menos troianos, mas sim ser FIEL A ARTE E CULTURA. Quem me conhece um pouco melhor sabe o quanto dou valor a máxima de que "Se ficarem com raiva de mim, que seja por eu ter sido sincera e verdadeira, nunca por ter sido falsa e hipócrita".




ABRAÇOS E BONS ESTUDOS!