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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

O QUE É ARTE PRA VOCÊ?

Olá Pessoal!


Vocês devem ter percebido que não posto nenhum estudo desde que terminei a página de RITMOS. Não... não abandonei o site nem os estudos. O que aconteceu é que tenho me dedicado mais a minha saúde e coincidentemente com cuidados a minha mãe, operada de catarata e convalescente em minha casa. Também costumo dar um tempo antes de empreender novo trabalho de estudo e pesquisa, pra descansar e meio que "zerar" minha cabeça do assunto anterior e ficar 100% pro assunto novo, sem resíduos do anterior. Isso pra mim é bom, porque não só pelo lado do REDO da mente, mas também descansá-la, porque tem alguns estudos que são extremamente cansativos pela ausência de fontes, sejam elas físicas ou virtuais. Já contei pra vocês o tipo de fonte onde gosto de me referenciar...

Nesses intervalos revigorantes, costumo navegar em blogs de amigos e/ou conhecidos, responder e mandar e-mails, ver alguns vídeos e sites inéditos do oriente médio, e até mesmo brincar nos joguinhos virtuais. Tudo para relaxar...

Shaide Halim
Numa dessas minhas surfadas na rede, entrei no blog da Bailarina e professora SHAIDE HALIM, através de um tweet dela. Conheço-a pouco, mesmo que virtualmente, tendo trocado alguns poucos posts em comunidades do Orkut e mensagens no MSN, mas antenada no seu trabalho diante do ESTÚDIO HALIM, como faço sempre com nomes relevantes da nossa dança. Me surpreendeu em especial um artigo dela, com o título CANSEI DESSA ARTE TODA! (http://shaidehalim.blogspot.com/2010/05/cansei-dessa-arte-toda.html). Nesse artigo, ela coloca um desgosto acredito que comum a todas as cabeças pensantes da "divina arte da dança": Orgulho, ego, inveja e pseudo-sabedoria, em detrimento à arte na sua mais profunda essência.


Ela faz colocações bastante lúcidas e maduras sobre mazelas no mundo da dança, que a maioria das pessoas não querem ou não tem coragem de falar (escrever). Umas talvez por medo de estigmas que as prejudique na carreira, outras pra ir no "vai-da-valsa" das que sabem brilhar. Suposições minhas...


O mais interessante (e assustador, confesso) foi a síntese do pensamento de uma profissional com mais de 20 anos de experiência no mundo da dança, e que já deve ter visto, vivido e passado muita coisa, como muitas outras. Esse pensamento encontra par aos dessa pequena estudante da arte e cultura que vos fala. Eu fiquei conhecida por algumas pessoas pelo uso da expressão "PSEUDO-SÁBIO", ao me referir às pessoas que só tem vida útil nas comunidades orkutianas, e ditadorizam a informação, não permitindo um diálogo franco, civilizado e pacífico. Essas mesmas pessoas, acostumadas ao brilho efêmero das bajulações e elogios vazios e inconsistentes, ao serem contra-arrazoadas, frequentemente se desequilibram, começando daí as famigeradas "discussões virtuais", refletindo no interlocutor sua descompensação. Não gostam de ser contrariadas se servem de adjetivos nada delicados para descarregar suas frustrações. Pessoas que acham que sua "pseudo-verdade" é um verdadeiro dogma, uma afirmação absoluta e totalmente aquém de contestações ou debates.

Porém, o artigo da Shaide não se limitou pura e simplesmente ao "mundinho medíocre" das comunidades de sites de relacionamentos (onde até cachorro e gato tem perfis pessoais): Ela foi muito mais abrangente, falando da arte como um todo, em todos os seus segmentos, setores e pessoas. Ela disse o que ninguém tem coragem de dizer, e os que dizem são taxados de "loucos" e "desequilibrados" (como eu, por exemplo).

Vou destacar pra vocês alguns trechos do artigo que mais chamaram minha atenção:

"Cansei de achismos. Cansei da pseudo-intelectualidade de gente que acha que é o detentor de todo conhecimento do universo. Cansei de regras, do certo e errado, do que é o ideal de mercado, do blablabla de "isso é vulgar" ou "fulana é melhor que ciclana". Cansei de gente que não sabe discernir um trabalho profissional de um que é pura jogada de marketing (barata!)."

É simplesmente desgastante e degradante umas "panelinhas" que se consideram "os escolhidos" da arte... Não tem diálogo (e civilidade) que resista...

"O mais legal é que as estudiosas do meio adquirem todo um vasto conhecimento na internet, off course. E a dança do ventre é a dança sagrada das sacerdotisas do Egito desde... desde quando mesmo? Onde estão esses registros históricos que ninguém viu? Ah, mas eu li Serpente of the Nile, eu sou a detentora de todo conhecimento! Eu converso muito com os árabes também! Sim, aqueles que cagam e andam pra sua própria cultura e acham que dança do ventre é coisa de vagabunda de quinta categoria. Ah, sim, nós brasileiras devemos pratica-la à exaustão, mas uma boa mulher árabe, meu bem, nem pensar! Também é bem bom de ver que o povo se torna bambambam do conhecimento belly dance com 5 anos de dança (quanto muito, hein?)."


Athena
Vocês não tem noção do que eu já ouvi nesses meus curtos 5 anos de Dança do Ventre! É cada delírio à lá "Culto à Deusa", com todos os seus ritualismos, simbolismos e principalmente ACHISMOS, que eu fico pasma. Só esquecem que em síntese, o povo do oriente médio começou JUDAICO, o que significa que essas superstições são Haram, e dos grandes, rsrsrs...


Fico passada também com o quanto se generaliza os simbolismos da Dança do Ventre e afins ao simbolismo do Antigo Egito. Claro que a arte tem um braço lá, mas Pelo Amor de Tudo que Você Julga Sagrado! O POVO EGÍPCIO NÃO ERA BÁRBARO! Eles dançavam pra se divertir, e a sociedade deles se assemelhava muito a nossa, dadas as devidas proporções de evolução tecnológica, social e política. Agora, vai falar isso pras pseudo-sábias de plantão com "zilhões" de anos de dança e um ego maior que o Rio Nilo!?!


"criticar é uma necessidade. Seja crítica, sempre, com todo seu conteúdo de meia duzia de anos de estrada. Critique a bailarina que foi dançar sem fazer chapinha no cabelo, critique aquela que está acima do peso, mas critique também as magrelas, afinal de contas, o movimento delas não é perfeito. Critique, inclusive, aquela que está anos luz à sua frente, que dança muito melhor do que vc. Criticar é preciso! Critique a roupa da bailarina pq caiu uma franja ou pq ela já usou demais. E critique sempre a vulgaridade de quem está no palco se divertindo. Diversão é proibido, atrapalha o desempenho técnico."


Foi inevitável para mim ler esse trecho sem lembrar das inenarráveis discussões sobre a calcinha da bailarina "fulana" (ou ausência dela), do cofrinho da "cicrana", da maneira de ensinar da "beltrana"... E a qualidade técnica e característica da dança delas, QUE É O QUE REALMENTE CONTRIBUI AO PROGRESSO DE FUTURAS BAILARINAS, niente! Daí, quando alguma pessoa "sã" resolve empreender um debate eclético e produtivo, lá vem elas, as pseudo-sábias, especialistas em "falta de calcinhas" e "moralismo" detonando suas filosofias de porta de boteco de 5ª.

"Também é bem válido contabilizar seu tempo de dança. Eu faço dança indiana há 14 anos, 8 meses e 10 horas. Se vc tem 48 horas a menos que eu, eu sou melhor que vc, lóooooooogico! ^-^ E para ser realmente aceita no meinho privé, vire Hare Krishna, Hinduísta, pratique yoga e se torne vegetariana (ou ao menos minta e diga que segue todo o roteiro)."

Este trecho me lembrou as palavras de um antigo amigo e colega de trabalho, que conheci como colega de vendas numa empresa e foi meu chefe em outra: "Antiguidade não é posto, nem cargo". Essa estória que "você não sabe nada, porque eu tenho ANOS LUZ na sua frente na dança" é bastante relativo. Cito uma amiga e ex-professora como exemplo. Ela já tinha uma bagagem de Dança de Salão quando começou na Dança do Ventre e em 1 ano e 9 meses de aulas ela estava tirando seu registro profissional na DRT, e DEFINITIVO, em função do fato dela já dar aulas numa escola de dança na ocasião. Ela dança graciosa e energeticamente, mas quando o assunto é parte teórica ela meio que deixa a desejar, nãopor culpa dela, mas pelas circunstâncias de vida. Ela é sozinha, sustenta a filha, trabalha a beça. Oficinas e eventos tem um custo relativamente alto e ela não tem muitas oportunidades financeiras para tal. Perto dela eu sou uma paraplégica dançando, kkkk, mas quando o assunto é oficinas, eventos, estudos (teóricos e de música - instrumentos e ritmos),já me considero mais apta do que ela. Por isso tempo é relativo e vale a sua dedicação e postura ética perante a profissão, alunos e colegas.


Me recordou também o meu primeiro emprego, como estágiária da CEF. Eu trabalhava no fechamento de movimento dos caixas, e cada um de nós fechava 2 caixas. Eu, uma mera estágiária de administração, 17 anos de idade, fechava meus 2 caixas e ainda fechava 1 dos de uma funcionária, com 15 ANOS de Caixa Econômica Federal, quase sessentona, que fez aquele serviço DESDE SEMPRE no banco. Eu ia embora, depois de fechar 3 caixas e ela ainda ficava lá, enrolada com o primeiro. Mas na hora H, que a gente queria levantar a voz e se colocar, tentando mostrar uma forma mais eficiente de trabalho, nós eramos os réles estagiários...


"E Tribal é terra de ninguém, portanto, vc pode tudo. Absolutamente tudo! Mas nunca revele isso aos quatro cantos. Crie métodos rígidos e difunda-os por aí como verdade absoluta. Vc já pode ser uma estrela do Tribal com 2 anos de estudo, desde que crie um estilo autêntico, mesmo que essa autenticidade não seja nada além do que a cópia da Rachel Brice. Mas jure por Deus que vc não a imita, por favor! Ela é uma mera inspiração."

Dispensa comentários... Matou a pau. O próprio estilo Tribal criado pela Jamilla Salimpour, NÃO É 100% criação dela, acreditem. O ATS (American Tribal Stile) nada mais é do que uma compilação das danças Ghawazee e Nawwari. Quando pesquisando para o artigo de DANÇAS TRIBAIS BEDUINAS , fiz essa (chocante) descoberta. Quase infartei! Isso porque eu acreditava, na minha infantilidade e devaneios de aprendiz que era uma dança totalmente criada do zero pela Jamila - mas estava enganada. Até os trajes ATS são baseados nas roupas típicas das mulheres ghawazee. Nada contra, haja vista que houve um "boom" da cultura ghawazee pelas mãos das americanas, e é um espetáculo lindo de se ver (embora em prefira o Tribal Fusion, pela liberdade de criação), mas tem nego que "mata e morre" dizendo que essa dança nunca existiu e que a Jamilla criou tudo. (já estou até sentindo o "calorzinho" da fogueira da Santa Inquisição da dança, estudo e pesquisa... Vou ser imolada igual a um "cordeiro do culto à Deusa" depois que as Sábias e Onipotentes de plantão lerem isso, rsrsrs) Mais detalhes, confiram na página DANÇAS TRIBAIS BEDUINAS daqui do blog, e a partir das fontes citadas, pesquisem e vocês verão pessoalmente essas afirmações.
Jamilla Salimpour


OBS.: Por favor, não pensem que estou aqui diminuindo o valor, nem da Jamilla Salimpour, muito menos do ATS. Leiam com cuidado, mente aberta, carinho e atenção minhas palavras antes de pré-julgamentos. Esse aparte é pras pessoas de boa vontade. Pras pessoas toscas de plantão, WHATEVER... Já acostumei e nem ligo mais pra maledicência das mesmas.


"E sabe do que mais? Eu não sou profissional de porra nenhuma. Eu sou um ser que dança. E dou aulas e tenho orgulho de ver minhas alunas nos palcos da vida. 

Eu tenho muito orgulho de minhas meninas do ballet, todas já passadas dos 25 anos de idade, felizes com suas primeiras piruetas, escolhendo a roupa do espetáculo não-profissional onde vão debutar. 

Eu me delicio quando vejo uma dançarina do ventre, com roupa da 25 de março, com toda a sensualidade que Deus lhe deu (mesmo que o resto do mundo insista em dizer que ela é vulgar), curtindo seus oitos e camelos imperfeitos."


Mais uma vez sem palavras. Se ela consegue se manter assim, é uma das poucas profissionais com tamanha ética, desprendimento e amor a arte. Antes, só conhecia 2: Semíramis e Nanda Salima, mas sou suspeita... uma é minha eterna mestra e amiga (que hoje mora no Qatar) e a outra é MINHA IRMÃ.


Por fim, destaco um trecho do fim do artigo de Shaide, onde eu até me arrepiei. A Nanda Salima e minha querida Jaya (saudades) sabem o quão verdadeiro são os meus sentimentos quanto a essas palavras a seguir, em função de a muito tempo atrás eu ter externado a elas a minha visão de Dança Tribal (baseado nas danças beduinas e nômades do oriente) e do meu desejo de desenvolver esse que seria para mim o estilo perfeito de Tribal na minha visão.


"E mais... o Tribal é aquilo que está em vc, do jeito que vc quer que esteja. Se o seu estilo é esse ou aquele, se ele nasceu de sua vontade, se ele é certo pra vc, é isso que vale. O resto do mundo considerada errado? Dane-se, meu bem! Não se apegue a detalhes. Sim, Tribal é mesmo terra de ninguém. Vc quer dançar xaxado, rock, pop, frevo, baião ou música celta? Dance. Que importa se fulana achou ruim? Faça. É a sua dança. Aquele movimento que vc inventou e colocou na coreografia não é mais errado do que aquele camelo mal feito que a bambambam jura por Deus que está dentro das regras."


Confesso que se eu não estivesse terminantemente proibida de dançar pelo médico, me sentiria mais a vontade de enfrentar as críticas que partiriam das "onipotentes" do meio... mas as Forças do Universo parecem ter outros planos pra mim. Deixo as águas fluirem, como diz Semíramis, e me mantenho na expectativa dos acontecimentos, sem ansiedades, sem pressa.


Juro que me assustei do quanto a corrente filosófica da Shaide coincide com a minha! Isso significa ou que eu estou no caminho certo, ou que somos duas loucas! rsrsrs... Não pude deixar de expressar um comentário ao final do artigo dela, o qual transcrevo pra vocês a seguir:


"ô lôco Shaide... vc tá me assustando sabia? hahaha!!!
Meu, falei sobre isso 2 X hoje!
Falar o q sobre seu artigo? absolutamente nada a não ser que compartilho da mesma opinião, revolta, desgosto e também sonhos, esperanças e pekenas felicidades.
Não sou professora de dança. Sou uma humilde-eterna aprendiz da vida como um todo e se Deus me ajudar, morrerei assim, aprendendo.
Por isso meu símbolo e a minha maior tattoo (na parte mais doida de fazer do corpo) é a fênix: Estou constantemente morrendo e renascendo das minhas cinzas, tentando me moldar ao mundo a minha volta.
Essa pseudo-sabedoria de internet é inevitável, haja vista a internet ser praticamente uma "dimensão paralela"... ngm é realmente o q é virtualmente. Me esforço bastante pra ser diferente disso, mas não sei se sou bem sucedida nessa tentativa... tomara q sim.
Vc lembra de um papo nosso da Música BLAZE OF GLORY e dançar vestida de POCAHONTAS? kkkkk Na parte dos "zilhões de regras" do tribal lembrei disso...
E do Burlesque? Vc lembra a "caça às bruxas" num tópico desses da vida?
Meu, como em sã consciência uma pessoa ker pagar moral em cima de algm sem estudar e perquisar?
Outro dia teve outra fogueira, em cima de um vídeo de tribal, estilo  de dança e ritmo Nawwari. Eu quis morrer de catapora...
Caramba, a net tá aí, como um puta instrumento de estudo e pesquisa! Se procurar direitinho, tem vários e-books, sites de faculdades, pesquisas antropológicas... mas se perde mais tempo falando se a bailarina fulana dançou com ou sem calcinhas do q o estilo peculiar da dança dela!!! Isso me cansou no orkut, e atualmente estou meio q "amputando" ele da minha vida.
Eu me considero ARTISTA, e a quase 30 anos! Desde o teatro amador, passando pelo jazz e anos depois na DV. Ser "profissional" é mais do q esfregar um registro na D.R.T. q vc pagou e nem precisa, pq não pretende ser empregada CLT de ngm. Ser profissional é ser unida às suas colegas, respeitando-as e sendo verdadeira e ética, é colaborar no desenvolvimento e reconhecimento da arte, é valorizar suas alunas, da mais atolada na dança à mais fodástica, é amar a arte antes de amar o vil metal.
CLAP! CLAP! CLAP! CLAP!
Meus aplausos a seu artigo...
Isso é q eu chamo de lucidez, maturidade e acima de tudo VERDADE."
Finalizo esse artigo dizendo que minhas palavras expressam meu sentimento e pensamento face às palavras do artigo de Shaide Halim. Como disse, não a conheço, mas gostaria muito de ter oportunidade de conhece-la pessoalmente e trocar impressões sobre a arte e o meio artístico com ela. Estou gostando bastante da sensatez e coragem das palavras dela.


Sei muito bem (e por experiência própria) que ninguém consegue ser unanimidade, não sinceramente pelo menos. Há os que AMAM e os que ODEIAM qualquer coisa nessa vida. Porém, o diferencial está em você ser racional quanto a algo especificamente, não importando de quem partiu. Não gosto de muitas coisas e não "morro de amores" por muitas pessoas (não odeio nem tenho raiva de ninguém), mas nunca, jamais, em tempo algum, desmerecerei os valores dessas coisas ou pessoas por vaidade, ego ou simpatia, bem como tem muitas coisas que curto, e pessoas que amo de paixão e que não me furto de fazer uma crítica mais dura ou chamar a atenção quando vejo algo de errado partindo dessas mesmas coisas ou pessoas.

Desejo de coração que palavras tão repletas de clareza e realismo, de pessoas lúcidas e maduras profissionalmente consigam alcançar as mentes mais tacanhas, trazendo luz à escuridão que hoje nos deparamos. Não estou aqui pra agradar nem gregos, muito menos troianos, mas sim ser FIEL A ARTE E CULTURA. Quem me conhece um pouco melhor sabe o quanto dou valor a máxima de que "Se ficarem com raiva de mim, que seja por eu ter sido sincera e verdadeira, nunca por ter sido falsa e hipócrita".




ABRAÇOS E BONS ESTUDOS!




2 comentários:

NANDA SALIMA disse...

Sinceramente, alem de eu estar sem palavras, eu nunca conseguiria escrever algo tão bonito e tão verdadeiro como o que eu li aqui...
Só quem esta no meio da dança a anos, sabe de toda a hipocrisia e toda as pseudo pessoas que nela existem, e que muitas vzes "EU" prefiro me abster e fingir que não vi, mesmo correndo o risco de que leve um quem cala consente . Mas muitas vezes a indignação é tão gde que não há o que dizer...
Momo, dizer que faço minhas as suas palavras, seria trivial demais, portanto eu digo de coração...faço minha a sua alma!!!

Haiyat Raziya disse...

EITCHA! Sem palavras fikei eu agora... TE AMO MINHA IRMÃ!!!