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terça-feira, 28 de junho de 2011

Nanda Salíma: Promoção - Véu de Seda

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domingo, 26 de junho de 2011

Mafia da Dança do Ventre: Sorteio: Izza artigos Orientais & Mafia da DV

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quarta-feira, 22 de junho de 2011

EGITO – Da Antiguidade aos Dias Atuais

Capitulo I – A Gênese

Temos feito algumas pesquisas e estudos a respeito do Egito de ontem, hoje e sempre, a fim de atualizar informações e tirar a poeira das velhas. Pesquisas recentes mostram novas descobertas, levantam novas dúvidas e desmistificam antigos conceitos daquela que foi, ao nosso entender, e ao de muitos historiadores, a maior civilização do mundo antigo. Foram mais de 5000 anos até o advento de Cristo, onde acontecimentos marcantes como a unificação dos povos norte-africanos ao longo do Rio Nilo, a criação do panteão dos deuses, a base da cultura e sociedade, a organização como Estado e sua posterior decadência e a adoção do Islamismo e da língua árabe.

Estes nossos estudos, embora resumidos, não se aterão apenas ao Egito Antigo e suas Dinastias – abordaremos também o Egito atual, sua luta recente de acabar com as ditaduras (que foi um levante de vários países do oriente médio) e o resgate cultural, com a tentativa de reaver seus artefatos arqueológicos espalhados pelo mundo inteiro.

Quanto mais descobrimos, menos parecemos saber...

Este artigo pretende trazer a essência do pensamento e modo de vida egípcio, do mais simples trabalhador ao mais poderoso faraó, até os dias de hoje.

  • CURIOSIDADES

Ø      Você conhece as 10 pragas do Egito? Não? Nós explicaremos...

Segundo a tradição judaica, as 10 pragas foram um castigo de Deus pela escravidão a qual o faraó (provavelmente Ramsés II) insistia em manter os hebreus. Consistiam em:

  1. As águas do Nilo se transformam em sangue;
  2. Rãs infestam ruas e casas;
  3. Piolhos e nuvens de mosquitos empesteiam o ar;
  4. Moscas invadem as cidades;
  5. Pestes matam os animais nas áreas urbanas;
  6. Tumores e úlceras atacam homens e animais;
  7. Chuva de pedras destrói casas e plantações;
  8. Gafanhotos devoram o que restou das lavouras;
  9. O céu fica escuro por 3 dias; e
  10. Morrem todos os primogênitos, inclusive o do faraó.

Porém, essas pragas podem não ter nada de sobrenatural como dizem as escrituras. Em 2004, o físico Colin Humphreys, da Cambridge University, dá explicações lógicas em seu livro, tiradas da natureza, para as pragas do Egito. São elas:

  1. O Nilo teria ficado cor de sangue pela proliferação de algas vermelhas. Suas toxinas mataram os peixes e fizeram sapos e rãs fugirem para as cidades.
  2. Os sapos e rãs morreram desidratados. Sem seus predadores naturais, moscas como a Stomoxys calcitrans e mosquitos como o Culicoides canithorax multiplicaram-se entre outubro e novembro.
  3. Enxames de de moscas atacaram vacas e cavalos, que começaram a morrer pelo vírus que os insetos carregam. A infestação de mosquitos causou as doenças de pele nos egípcios. O cenário ficou mais grave entre novembro e janeiro. (N.a.: Só questiono o porquê que esses mosquitos teriam atacado apenas os egípcios e não os hebreus escravos... isso sim eu acho “sobrenatural”, rsrsrs).
  4. A chuva de pedras seria granizo; o solo úmido depois do temporal atraiu gafanhotos-do-deserto, que depositaram seus ovos e até março devoraram o que sobrou da plantação.
  5. Os 3 dias de escuridão em março seriam conseqüência de uma forte tempestade de areia. O fenômeno é comum até hoje nessa época do ano.
  6. Os primogênitos tinham a regalia de se alimentar primeiro. Quando não havia alimento para todos, provavelmente só eles comiam. Podem ter sido vítimas dos cereais contaminados pelas fezes dos gafanhotos.


Ø      Uma outra curiosidade é a respeito do tamanho dos rios Amazonas e Nilo. A disputa é antiga.

Em 1998, medições do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) deram ao Amazonas o primeiro lugar depois de concluírem que ele nascia 250Km acima do que se pensava, no sul do Peru. Sem esse acréscimo, são 6670Km contra 6500Km a favor do Nilo. Em quantidade de água, ganhamos de lavada: 175 mil metros cúbicos  por segundo de vazão contra 3100 metros cúbicos do Nilo.


Ø      Você sabia que os antigos egípcios criaram a primeira cervejaria?

Apesar da vida dura e dos períodos que chegavam a passar fome, há indícios de que eles eram um povo de bem com a vida: depois do trabalho, gostavam de se reunir para contar histórias e rir quando tomavam sua cerveja – que na maioria das vezes era feita pela mulher da casa. Ela triturava os restos de pão, misturava os farelos na água e esperava fermentar. O líquido era coado, adocicado com tâmaras ou outras frutas. Os egípcios consideravam a bebida um presente dos deuses pela “mágica” que ela fazia (embriagues), e até aceitavam o pagamento de seu trabalho em pão (3 a 4 unidades) e cerveja (4 ou 5 litros por dia). Foram eles que montaram a primeira cervejaria do mundo, entre 3400 e 3100 a.C.

ATÉ A MERENDA ESCOLAR TINHA CERVEJA!

Uma das tarefas das mães era levar o lanche aos filhos quando eles estavam na aula com seus tutores. O lanche era pão com cerveja. A cerveja era um item obrigatório na dieta do egípcio, consumido por adultos e crianças, pobres e ricos.


Ø      Encerramos essas poucas de muitas curiosidades com “um dia na vida de um egípcio”.

Os egípcios tinham hábitos muito parecidos com os nossos. Valorizavam a vida em família e o trabalho. Gostavam de boa comida – e de boa cerveja. As crianças estudavam e brincavam no tempo livre. As meninas eram vaidosas e gostavam de se maquiar (os homens também). Quando adoeciam, iam ao médico e quando tinham dor de dente, iam ao dentista.
A maior parte da população era formada por camponeses, que vivam em casas simples e tinham que suar para conseguir o sustento. Os homens cuidavam da lavoura e das construções do faraó. As mulheres cuidavam da casa, faziam pão e cerveja, levavam as crianças a escola e ajudavam os maridos em trabalhos menos pesados. A vida não era fácil, mas não era diferente da nossa...
A diversão dos adultos consistia em jogos, luta (com varas – de onde provavelmente originou-se a dança masculina TAHTIB e tinham também o propósito de treinamento militar, conforme abordamos na página “Danças Masculinas”, ou podiam ser lutas sem varas), natação e corrida de barcos. Para as crianças, bonecas, bolas de couro, cavalinhos de madeira sobre rodinhas e brincadeiras em grupo.
Já os nobres, além da caça de aves, cervos, crocodilos e até hipopótamos do Nilo, também ofereciam banquetes. Contratavam bailarinos, mágicos, acrobatas e músicos – que tocavam harpas, alaúdes, cítaras, sistros (instrumento de percussão de metal), crótalos (um tipo de castanholas, que conhecemos mais popularmente por snujs ou sagat), flautas, tambores e triângulos. Existia uma regra de etiqueta, que abordaremos mais adiante, no capítulo “Dia-a-Dia e Cotidiano”.


Esperamos que todos aproveitem ao máximo as informações, e sintam-se todos a vontade para tirar dúvidas, acrescentar informações (sempre com as fontes) e dar sua opinião.

BONS ESTUDOS!

Referências Bibliográficas:
AVENTURAS NA HISTÓRIA, São Paulo, : Abril, Ed. Especial, n. 94-A, Jun. 2011
Humphreys, Colin J. The Miracles of Exodus: A Scientist’s Discovery of the Extraordinary Natural Causes of the Biblical Stories 2003, HarperSanFrancisco
http://www.britishmuseum.org/explore/cultures/africa/ancient_egypt.aspx

segunda-feira, 20 de junho de 2011

EGITO - Da Antiguidade aos Dias Atuais

Olá pessoal!

Estamos preparando uma série de artigos muito didáticos sobre a vida e cultura da maior civilização do mundo antigo - o Egito.

Não só pela arte que nós abraçamos e cultuamos com carinho, mas também em função dos últimos acontecimentos do Levante Popular pela democracia, e que mudou o mapa político de muitos países do oriente médio, e que foi mais marcante no Egito, antes da guerra civil na Libia, acreditamos que conhecer a sua história ao longo de milênios, entender sua forma de vida, o auge e a decadência e a transição ao que conhecemos hoje é de fundamental importância para um entendimento mais amplo de uma cultura que, ao nosso entender, é pulsante, viva e povoa o inconsciente de todo o mundo com seus mistérios não explicados, a beleza de sua arte e todo o seu universo cultural.

Faremos esse estudo por capítulos a fim de facilitar a consulta. Como o assunto é extenso, acaba sendo contraproducente fazer uma página só para o Egito (embora seja totalmente merecedor), por que dificultaria a busca por assunto - não haveria condições de oferecermos marcadores para facilitar a pesquisa.

Em muitos momentos, meu caro(a) leitor(a) vai se perguntar intimamente: "tá, mas o que isso tem a ver com a minha dança?". E nós antecipamos a resposta, caso essa dúvida apareça: "Conhecer a vida, os costumes, a história de um povo ao qual adotamos a arte é fundamental para entender a própria arte e a fazermos com maestria e respeitosamente!". Simples e ao mesmo tempo complexo, pois em muitos momentos precisamos desconstruir nossa própria formação cultural para sermos o mais fiéis possível em nossos espetáculos e apresentações, e procurando sermos os melhores representantes possível dessa cultura em questão.

Tá no forno o primeiro capítulo e temos absoluta certeza que todos vão gostar e se apaixonar pelo Egito!

BONS ESTUDOS E AGUARDEM AS NOVIDADES!

5º Encontro de Dança Encanto do Oriente

quinta-feira, 16 de junho de 2011

HOSSAM RAMZY & SERENA RAMZY NO BRASIL

Você não pode perder!!!


Maiores informações em:
http://www.hossameserenabrasil.com.br/

Novidades aqui no site!  Fiquem de olho!